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  • Industrialização da construção será tema de debate no 96º ENIC

    A industrialização da construção será um dos focos de debates do 96ª Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O evento ocorrerá entre os dias 12 e 14 de abril, na Feicon, a maior feira de construção da América Latina, em São Paulo. As inscrições estão abertas no site. Industrializar representa inserir no dia a dia da construção soluções modernas, muitas vezes deixando a fase de produção para fábricas e reservando aos canteiros de obras uma espécie de linha de montagem. Para o presidente da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT/CBIC), Dionyzio Klavdianos, apesar dos avanços alcançados ao longo dos anos, o setor ainda carece de modernização, inclusive disseminando soluções já existentes, mais ainda restritas. “Ainda falta muito para atingirmos um ponto transformador e talvez o maior desafio agora seja democratizar essas inovações”, destacou. Segundo Klavdianos, o mercado está mais exigente, principalmente em quesitos que envolvem inovação, segurança no trabalho e sustentabilidade e a modernização de processos construtivos tornou-se cada vez mais necessária. “É inegável o avanço da industrialização dos processos construtivos nos candeeiros pelo Brasil. Sistemas até há pouco inviáveis economicamente ou até inexistentes no país vêm sendo assimilados cada vez mais”, enfatizou. Em consonância com o assunto, o ENIC deve abordar as principais práticas inovadoras e tendências, destacando temas como processos que aumentam a produtividade e utilização de módulos construtivos. Participe! Faça já a sua inscrição e confira mais informações no site. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/industrializacao-da-construcao-sera-tema-de-debate-no-96o-enic/

  • Todos os grupos do eSocial devem enviar eventos de SST

    Começou em 1º de janeiro de 2023 a obrigatoriedade do envio de eventos de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) para órgãos públicos. A exigência é voltada aos eventos S-2210: acidentes ou doenças do trabalho, mesmo que não haja afastamento; S-2220: admissão ou qualquer Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) com exame clínico, após obrigatoriedade; e S-2240: carga inicial, admissão ou alteração nos fatores ambientais da função. O envio já é obrigatório para outros grupos do eSocial. Para as empresas classificadas 1º grupo começou em 13 de outubro de 2021 e para as empresas dos 2º e 3º grupos, em 10 de janeiro de 2022. Em razão do escalonamento das datas para envio das informações à plataforma eSocial, eventuais multas pelo não cumprimento da obrigação para empresas do 1º, 2º e 3º grupos foram suspensas até o dia 01 de janeiro de 2023, tendo início a partir de então. No caso do 4º grupo as eventuais multas estão previstas para iniciar em 16 de fevereiro. PPP Eletrônico Desde o dia 1º de janeiro deste ano, o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) está sendo emitido exclusivamente em meio eletrônico para todos os segurados empregados, trabalhadores avulsos e cooperados vinculados às cooperativas de trabalho ou de produção, independentemente do ramo de atividade da empresa e da exposição a agentes prejudiciais à saúde. O PPP eletrônico é gerado a partir de dados declarados nos eventos S-1200, S-2210 e S-2240 do eSocial. Por isso, as empresas devem ficar atentas aos prazos de envio dessas informações. No caso dos eventos não lançados até o dia 16 de janeiro de 2023 para empresas dos 1º, 2º e 3º grupos e até 16 de fevereiro de 2023 para o 4º grupo, não será possível a visualização do PPP eletrônico. As empresas que deixarem de elaborar e manter atualizado o PPP eletrônico poderá ser multada em valores que variam de R$ 2.926,52 a R$ 292.650,52. Classificação dos Grupos do eSocial: Grupo 1: empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões; Grupo 2: entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78 milhões e que não sejam optantes pelo Simples Nacional; Grupo 3 (Pessoas Jurídicas): empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos; Grupo 3: empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF; Grupo 4: órgãos públicos e organizações internacionais. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/eventos-de-sst-no-esocial-e-ppp-eletronico/

  • Taxas de juros elevadas seguem preocupando o empresário da construção

    A Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira (23/01) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), destaca, entre outros, a preocupação dos empresários da construção com as expectativas de mais inflação este ano e a manutenção dos juros em patamar elevado. De acordo com a Focus, a estimativa para o final do ano é de Selic a 12,50% a.a. Segundo o levantamento, as taxas de juros elevadas seguiram como o principal problema enfrentado pela indústria da construção. O problema vem sendo apontado de forma crescente há seis trimestres consecutivos, acumulando 20,9 pontos percentuais de alta no período. Outras questões apontadas são a elevada carga tributária, a falta ou alto custo de trabalhador qualificado e a falta ou alto custo de matérias-primas. Simultaneamente, houve deterioração das expectativas dos empresários da construção, que, em janeiro de 2023, passaram a registrar falta de confiança e migraram do otimismo ao pessimismo com relação ao nível de atividade, número de empregados, compra de insumos e matérias-primas e número de novos empreendimentos e serviços nos próximos seis meses. A intenção de investimento das empresas da construção também caiu, pelo quarto mês consecutivo. Segundo a economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, desde junho de 2020 não se observava todos os indicadores de expectativas (novos empreendimentos e serviços, compra de insumos, e número de empregados para os próximos meses) negativos. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/taxas-de-juros-elevadas-seguem-preocupando-o-empresario-da-construcao/

  • Construção Conversa, com José Carlos Martins, aborda saque-aniversário do FGTS

    A decisão do novo governo de debater a possibilidade de encerrar a modalidade do saque-aniversário do FGTS, usado em garantia de empréstimos, conta com amplo apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). “O saque-aniversário é mais uma das distorções que foram criadas ao longo do tempo, que acabam dilapidando o patrimônio do trabalhador”, alerta o presidente da entidade, José Carlos Martins. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado para ser utilizado pelo trabalhador em momentos de necessidade ou para adquirir sua casa própria, trocando um patrimônio, que é o dinheiro, por um bem. Em sua avaliação, os pequenos saques vão, ao longo do tempo, dilapidando o patrimônio do trabalhador, além de afetarem a sustentabilidade do Fundo, já que ele é usado para financiar habitação, saneamento básico e infraestrutura. “Apesar de o Fundo de Garantia já ter investido trilhões em saneamento básico, em habitação de interesse social, temos números decepcionantes a respeito de saneamento e do déficit habitacional”, disse, reforçando que a ausência de financiamento em habitação de interesse social e desenvolvimento urbano gera um crescimento desordenado das cidades, o que é ruim para toda a sociedade. Martins alerta que, apesar de o valor do “saque pequenininho” não resolver a vida de nenhum brasileiro, no conjunto ele ajuda demais, principalmente ao próprio cotista que está depositando. Além da remuneração fixa, ao final de cada ano 50% do resultado do balanço de todas as operações são destinados ao próprio trabalhador, por meio de distribuição de lucros. “Todos os anos, com exceção de 2022, no qual a inflação realmente explodiu, a remuneração do Fundo foi superior à aplicação na bolsa e na caderneta de poupança, por exemplo”, salientou. FGTS exerce o papel de Robin Hood O perfil das contas do Fundo de Garantia demonstra que são poucas as contas de trabalhadores com muito depósito e que essas grandes contas, na verdade, acabam financiando aqueles de menor poder aquisitivo. A taxa de juros é menor, o que permite o acesso da grande maioria das pessoas com baixo salário à tão sonhada casa própria. “Se não houvesse o FGTS, o déficit habitacional brasileiro seria imensamente maior”, destaca Martins. O dirigente reforça que, além do FGTS representar a manutenção do patrimônio do trabalhador, para ser usado quando precisar, ele gera emprego. Só no Minha Casa, Minha Vida são mais de 500 mil empregos diretos e mais de 1 milhão de empregos indiretos. Isso mostra a função do fundo: distribuição de renda, geração de tributos e bem-estar social, enfrentamento da desigualdade. Por isso à associação ao Robin Hood. “De alguma forma, pegando as grandes contas, dos trabalhadores que têm altos salários e muito tempo de casa. Ou seja, muito tempo de depósito, valores expressivos. São essas contas que ajudam a financiar o saneamento e a habitação do interesse social”, disse. Por mais nobre que seja o objetivo de desvio do uso do FGTS, Martins defende a busca de outras formas de atender à necessidade de complemento de renda. FGTS O FGTS foi criado na década de 60 como compensação para a retirada da estabilidade no emprego que era extensivo aos trabalhadores da iniciativa privada. Roberto Campos, na exposição de motivos do projeto, afirmou que a estabilidade no emprego seria por meio da geração de emprego na construção de casas populares e saneamento. Eu não vejo nada mais atual do que essa frase dele de 60 anos atrás. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/construcao-conversa-com-jose-carlos-martins-aborda-saque-aniversario-do-fgts/

  • Sinduscon Pará lança curso de atualização das regras do e-social

    O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA) realiza, de 17 a 20/01, o curso "Atualizações Trabalhistas e Nova Legislação do eSocial”, que trata das novas regras de implantação do SST no eSocial e da importância de inserir as informações dos trabalhadores na plataforma do Governo Federal. A iniciativa, destinada aos profissionais de segurança e saúde ocupacional do trabalho; administração de pessoal e RH (folha de pagamento); e contadores, visa reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

  • Alex Carvalho é homenageado por apoio à parceria da prefeitura de Belém com o IFC

    Resultado da parceria estabelecida no dia 22 de julho de 2022 entre o International Finance Corporation (IFC), do Grupo Banco Mundial, e a prefeitura de Belém no projeto destinado a promover construções sustentáveis na região Amazônica, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), Alex Carvalho, recebeu no último dia 12 de janeiro, durante cerimônia realizada na Igreja de Santo Alexandre, em Belém/PA, a comenda “Francisco Caldeira Castelo Branco”, em uma noite de comemorações pelo aniversário da capital paraense. Pelo projeto, intermediado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Sinduscon-PA, o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, assinou em julho do ano passado carta de intenção para promoção de construções sustentáveis na cidade, por meio de incentivo da IFC aos municípios. O Programa de Transformação do Mercado de Edifícios Verdes na região Amazônica da IFC propõe soluções para o desenvolvimento do setor privado, como incentivos a projetos de desenvolvimento urbano em Belém, tendo como foco a sustentabilidade. O programa visa a melhoria das políticas públicas e do ambiente favorável para a criação de novos marcos e regulações normativas para as construções sustentáveis, apoiando os municípios através de assessoria técnica, de forma inteiramente gratuita, que compreende a capacitação de funcionários municipais no conhecimento sobre as construções sustentáveis. Os investimentos em setores de negócios climáticos incluem Energia Renovável, Cidades Sustentáveis, Edifícios Eficientes e Agricultura Climática Inteligente, além de Edifícios Verdes e Carbono Zero. A medalha do mérito entregue a Alex Carvalho, a maior do município, é uma homenagem a quem se destaca no seu contexto político, econômico, social, cultural e religioso. A comenda foi entregue pelo prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues. O evento integrou uma das comemorações em alusão aos 407 anos da cidade. “Meu agradecimento especial ao presidente da CBIC, José Carlos Martins; ao presidente da CMA/CBIC, Nilson Sarti, e à assessora técnica da CMA/CBIC, Mariana Silveira, por terem proporcionado que este belo e importante projeto chegasse a Belém”, frisou o dirigente. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/alex-carvalho-e-homenageado-por-apoio-a-parceria-da-prefeitura-de-belem-com-o-ifc/

  • Painéis solares no “Minha Casa, Minha Vida” é destaque no Valor Econômico

    O jornal Valor Econômico veiculou, no último dia 6 de janeiro, a recomendação feita pela equipe de transição do atual governo para a implementação de painéis solares em habitações populares financiadas pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”. No texto, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, destacou como positiva a iniciativa. “A ação soma esforços do setor de tornar os projetos arquitetônicos do programa mais eficientes do ponto de vista energético, assim como a redução do custo aos moradores”, enfatizou. De acordo com Martins, a pauta de como aplicar o conceito de sustentabilidade “a todo” o programa Minha Casa, Minha Vida foi levada pela CBIC à ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva (Rede). Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/paineis-solares-no-minha-casa-minha-vida-e-destaque-no-valor-economico/

  • Sinduscon Pará e CBIC marcam presença em posses de ministros do novo governo

    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), representada por José Carlos Martins, e o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), representado pelo presidente Alex Carvalho, que também é vice-presidente da CBIC na região Norte, estiveram, nesta segunda-feira, 2, na posse dos ministros da Casa Civil, Rui Costa; da Justiça, Flávio Dino; e do Desenvolvimento Social, Wellington Dias. De acordo com o presidente da entidade, José Carlos Martins, o intuito é estabelecer o diálogo e debater demandas e assuntos de interesse do setor com os ministros recém-empossados. “A construção é um importante setor, que tanto contribui com a economia do país, reduz desigualdades e garante o bem-estar das famílias. Estamos prontos para debater a agenda do setor. Queremos levar demandas, mas também conhecer o posicionamento e as propostas dos ministros que estão chegando. O intuito é somar e dar segmento a projetos como PAC, Minha Casa Minha Vida, Dnit, entre tantos outros”. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/cbic-marca-presenca-em-posses-de-ministros-do-novo-governo/

  • Custo da Construção segue em alta, revela INCC da FGV

    Após registrar incremento de 2,28% no mês de maio, o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) aumentou 2,14% em junho, o que correspondeu à sua terceira maior elevação, para esse mês, dos últimos 27 anos. As altas só foram superiores em junho de 1995 (3,12%) e em junho de 2021 (2,16%). Com esse resultado, o indicador aumentou 7,53% no primeiro semestre de 2022 e 11,57% nos últimos 12 meses. Em junho de 2022, o custo com materiais e equipamentos cresceu 1,07%, o custo com a mão de obra aumentou 3,35% e o custo com serviços 0,68%. No custo com materiais e equipamentos, os vergalhões e arames de aço ao carbono, depois de aumentarem 1,64% em abril, 6,97% em maio, registraram alta de 3,06% em junho. O cimento, de acordo com a pesquisa, foi outro insumo que continuou aumentando: 5,38% em abril, 5,56% em maio e 3,15% em junho. No primeiro semestre de 2022 o cimento já aumentou 16,84%. Já a elevação de 3,35% registrado no custo com a mão de obra ocorreu em função de seis, das sete capitais componentes do INCC/FGV, apresentarem elevação neste custo: Brasília (1,57%), Rio de Janeiro (2,37%), São Paulo (5,09%), Salvador (3,54%), Recife (3,91%) e Porto Alegre (2,26%). A economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, lembra que o aumento do custo da mão de obra nos meses de maio e junho, se deve, historicamente, à concentração das datas bases dos trabalhadores da Construção Civil nas cidades pesquisadas pelo INCC. Fonte: https://cbic.org.br/custo-da-construcao-segue-em-alta-revela-incc-da-fgv/?utm_campaign=cbic_hoje_07072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • Sindicatos filiados à FIEPA escolhem novamente Alex Carvalho como presidente da entidade

    A FIEPA realizou no dia 16/12 novas eleições para a Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados Representantes Junto à CNI, para o quadriênio 2023-2027. A chapa intitulada “José Maria Mendonça”, encabeçada pelo engenheiro, empresário e presidente do SINDUSCON-PA, Alex Dias Carvalho, venceu o pleito com 23 votos - um a mais que na eleição anterior, que foi suspensa por determinação judicial - contra nenhum voto para a chapa intitulada “Renovar”, encabeçada pela empresária Rita Arêas. A eleição foi realizada das 8 às 16 horas, na sede da FIEPA, com direito a voto os delegados representantes dos 29 sindicatos filiados à Federação. Foram registradas as presenças de 23 sindicatos e a ausência de seis. O resultado comprova o desejo da maioria dos filiados, já demonstrado na primeira eleição ocorrida em agosto, quando Alex venceu com 22 votos. Desde a abertura do processo eleitoral em abril deste ano, a chapa “Renovar”, em uma tentativa de tumultuar o processo por contar com o apoio de uma minoria, já entrou com 12 ações na justiça, entre processos para cancelar as eleições ou mesmo desqualificar sindicatos que apoiam a chapa “José Maria Mendonça”. Na véspera da eleição do dia 16 e no dia do pleito, a justiça negou dois pedidos de suspensão, justificando na sentença o respeito ao estatuto da FIEPA, que rege o processo eleitoral, e a liberdade sindical. Como forma de resolver uma das ações ajuizadas pela chapa “Renovar”, o Conselho de Representantes garantiu o direito de inscrição da chapa, mesmo estando com os nomes incompletos, o que era o intuito dos componentes da chapa. No entanto, mesmo sendo garantida essa participação da chapa na eleição, conforme reivindicado na ação, nenhum dos seus membros compareceu na votação desta sexta-feira (16). A FIEPA vem cumprindo seu regimento interno e atendendo a todas as decisões judiciais, fruto das ações impetradas pela chapa “Renovar”. A realização da eleição no dia 16 de dezembro apenas conclui o procedimento aprovado em reuniões da Diretoria e do Conselho de Representantes, ambas realizadas em maio, com a presença membros e advogados da chapa “Renovar”, nas quais foram validados o artigo 73 do Estatuto da entidade, que regula todo processo eleitoral, e a data do dia 10 de agosto para a realização do pleito. Fonte: FIEPA

  • Setor da construção no Pará registra primeiro saldo negativo após seis meses em alta

    Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil Foram divulgados pelo Ministério do Trabalho no último dia 29, os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), referente ao mês de outubro, no qual demonstraram que o setor da construção gerou em todo o Brasil 5.348 novos postos de trabalho, resultado da diferença entre 174.681 admissões e 169.333 demissões. No Pará, foi registrado no décimo mês do ano um total de 6.248 novas contratações, onde apresentou um declínio de aproximadamente 26% comparado a setembro, que foi de 8.532. Já no número de demissões, o mês contabilizou 6.780, um aumento de 16,74% com relação ao mês anterior, que foi de 5.808. Os dados gerados pelo CAGED em outubro apontaram um saldo negativo de 532 empregos com carteira assinada, uma queda de 119,53% comparado ao mês anterior, que contabilizou 2.724 postos de trabalhos. Esse é o primeiro mês, desde abril, que a construção registra um resultado que não expressa a verdadeira potência do setor. Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), Alex Dias Carvalho, o saldo apresentado é o reflexo de um “mix” que envolve diversos impasses enfrentados pela construção ao longos dos anos, intensificados pelo aumento excessivo no valor dos insumos necessários para o setor e juros altos. “Quando se trata do último trimestre do ano, o nosso setor comumente apresenta números positivos na geração de empregos, é no “verão amazônico” que as obras avançam com mais rapidez, porém, neste ano, devido aos reflexos dos excessivos aumentos de preços dos principais materiais de construção e de outros insumos, aumento da taxa de juros, amargamos um resultado bem abaixo do que poderíamos obter quanto à geração de empregos, pois afetam diretamente na continuidade das obras vigentes, sejam públicas ou privadas, incluindo o mercado imobiliário que, por sua vez, freiou fortemente os novos lançamentos e as vendas de imóveis que também diminuíram bastante. O segmento mais impactado é o de habitação de interesse social, ou seja, quem mais precisa acaba sendo mais prejudicado”, afirma Carvalho. Por Adriano Cardoso Assessor de Comunicação Sinduscon Pará

  • Sinduscon Pará e Coopercon-PA realizam visita à fábrica Cerâmica Vermelha, em Inhangapi.

    O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), em parceria com a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Pará (COOPERCON-PA), realizou na última terça-feira, 30, visita às instalações da fábrica Cerâmica Vermelha, que contou com a participação de representantes de empresas associadas ao Sindicato e à Cooperativa. Durante o percurso, os participantes, em sua maioria do setor de compras das construtoras associadas às entidades, tiveram a oportunidade de conhecer toda a linha de produção das cerâmicas e entender os padrões mínimos exigidos pela norma de desempenho que a fábrica segue. A empresa paraibana, com filial no Pará, localizada no município de Inhangapi, atua no estado há 23 anos e desde 2012 buscar inovar por meio de tecnologias nacionais e estrangeiras, além de trazer soluções para o processo construtivo. De acordo com o diretor executivo da Cerâmica Vermelha, Rivanildo Hardman, há dez anos a fábrica ceramista vem passando por um processo de inovação constante, a fim de entregar uma mercadoria de melhor qualidade, aumentar a eficiência do colaborador, reduzir os desperdícios e, principalmente, maior velocidade na entrega do insumo. “Há dez anos, quando iniciamos a transição do antigo modelo de trabalho, que era mais manual, para o atual, com implementação dos robôs, visando melhor qualidade e maior aproveitamento tanto da mão de obra, quanto do material, passamos a obter ganhos significativos, principalmente na entrega do produto, reduzindo o período que em média era de 12 a 14 dias para ficar pronto, para apenas 4 dias”, explicou, orgulhoso, Hardman. Por Adriano Cardoso Assessor de Comunicação Sinduscon Pará

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