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  • Aumento no preço dos insumos é o maior problema da Construção há 24 meses

    A falta ou o alto custo dos insumos continua sendo, pelo oitavo trimestre consecutivo, o principal problema da construção. A taxa de juros elevada e a falta ou o alto custo de trabalhador qualificado também são destaques. As informações fazem parte do estudo “Desempenho Econômico da Indústria da Construção – segundo trimestre de 2022”, divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), nesta segunda-feira, 25, em coletiva de imprensa. Participaram do levantamento mais de 400 empresas. O evento contou com a participação do presidente da CBIC, José Carlos Martins, da economista da entidade, Ieda Vasconcelos, e do gerente-executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mário Sérgio Telles, que apresentou a Sondagem da Indústria da Construção. Segundo a pesquisa, a falta ou o alto custo de matéria-prima foi o principal problema citado por 47,7% dos empresários. A taxa de juros elevada foi destacada por 29,8% dos entrevistados. Já a falta ou alto custo de trabalhador qualificado foi relatada por 20,3%. De acordo com Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), realizado pelo Fundação Getúlio Vargas (FGV), os três insumos que mais sofreram aumentos nos custos entre julho de 2020 a junho de 2022, foram: vergalhões e arames de aço ao carbono (99,60%), tubos e conexões de ferro e aço (89,43%) e tubos e conexões de PVC (80,62%). Veja mais na apresentação. Expectativa para o PIB A CBIC aumentou, pela segunda vez consecutiva em 2022, a projeção do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da Construção Civil. Segundo a economista da entidade, o ciclo de negócios em andamento, iniciado nos últimos dois anos, tem garantido o ritmo de atividade do setor. Para o segundo semestre é aguardado, também, um maior impacto do ritmo de atividades originário das famílias, com pequenas obras e reformas. Ieda ainda mencionou que as novas medidas para o Programa Casa Verde e Amarela proporcionarão efeito positivo na atividade do setor, e poderão começar a ser sentidos nos últimos meses deste ano. No entanto, de acordo com ela, o setor ainda está longe de recuperar as perdas dos anos anteriores. “Pelo segundo ano consecutivo a Construção crescerá acima da economia nacional. Entretanto, mesmo considerando a alta de 3,5% do em 2022, o setor ainda registra queda em seu PIB de 23,44% no período 2014 a 2022”, disse. Para o presidente da CBIC, a previsão de crescimento para o PIB é de 13,5%. “O setor da construção civil tem tido um crescimento forte e consistente. A previsão para o PIB é crescimento de 13,5%. Essa nova projeção foi revista após mudanças realizadas no programa Casa Verde Amarela (CVA)”, mencionou. Os últimos resultados do PIB, divulgados pelo IBGE, indicam que a Construção Civil, na série trimestre contra trimestre imediatamente anterior, com ajuste sazonal, cresce há sete trimestres consecutivos. “Essa sequência de números positivos ainda não tinha sido observada na série histórica do indicador, iniciada em 1996. Estes resultados fazem parte do ciclo positivo de negócios em andamento, que foi iniciado no 3º trimestre de 2020” e mostram a importância do setor para o País”, afirmou a economista Ieda Vasconcelos. O gerente-executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mário Sérgio Telles, reiterou que a situação não é ‘só um mar de rosas’. “Os juros têm sido um dos maiores problemas do setor e a tendência é que esse patamar continue elevado, mas nós esperamos que a essa seja a maior taxa alcançada. Com a desaceleração da inflação, esse aumento de juros possa ser interrompido para que esse movimento de crescimento da construção civil não seja descontinuado. É importante que a gente não tenha mais uma trava no setor da construção civil”, destacou. Mercado de trabalho O mercado de trabalho da construção continua gerando resultados positivos e em patamares mais elevados do que os observados no período pré-pandemia. Os resultados dos primeiros semestres de 2021 e 2022 são os melhores para o período desde 2012, quando se analisa a série do Caged e do novo Caged. Em maio deste ano, o número de trabalhadores com carteira assinada alcançou o maior patamar desde novembro de 2015. Além disso, o mercado de trabalho formal alcançou resultados positivos em quase todos os estados, sendo São Paulo (SP), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ), os destaques na geração de novas vagas na construção. O setor já gerou mais de 430 mil novas vagas com carteira assinada no período pós pandemia (entre março de 2020 a maio de 2022). A construção de edifícios representou mais 175.64 novas vagas. Obras de infraestrutura: 93,961 e serviços especializados para a construção: 166.368. “Apesar desse cenário, se a gente crescer 13,5%, estaremos no patamar de 2015, muito longe daquilo que nós já fomos. Nós já estivemos 3 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Nós perdemos 1 milhão e recuperamos, entre 2019 e 2022, em torno de 500 mil trabalhadores. Isso nos mostra o tanto que temos e podemos crescer. Nós já fomos 25% da indústria. Hoje, somos 16%”, disse o presidente da CBIC. Atividade Conforme a Sondagem da Indústria da Construção, realizada pela CNI, com o apoio da CBIC, o setor, com a contribuição de todos os seus segmentos (construção de edifícios, serviços especializados para construção e obras de infraestrutura) encerrou o primeiro semestre de 2022 com o maior patamar de atividades desde outubro de 2021. A economista da CBIC ressalta que, em junho, o patamar alcançado é o maior para o período desde 2011 e supera, inclusive, o bom desempenho de 2021. “O bom desempenho da Construção exerce efeito positivo em toda a economia nacional, em função da sua extensa cadeia produtiva. Isso significa que mais atividade na Construção, é mais renda, mais emprego e mais geração de tributos em toda a economia nacional. E isso merece ser destacado. Num momento em que o país busca consolidar o seu processo de crescimento, a Construção Civil segue se destacando e contribuindo de forma estratégica”, ressaltou Ieda Vasconcelos. Telles destacou que a continuidade do desempenho positivo da construção civil é muito relevante. “É um setor que tem uma capacidade de atingir e provocar reação em outros setores”, disse. Fonte: https://cbic.org.br/aumento-no-preco-dos-insumos-e-o-maior-problema-da-construcao-ha-24-meses/?utm_campaign=cbic_hoje_25072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • CBIC lança curso sobre Vícios Construtivos

    Por meio do seu Conselho Jurídico (Conjur), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), realizará a partir do próximo mês de agosto o curso Vícios construtivos e sua correta apuração técnica nas perícias de engenharia. A iniciativa integra a 2ª fase do Projeto Vícios Construtivos da entidade. Para que o público interessado conheça a proposta da iniciativa, a CBIC promoverá uma Master Class na próxima quarta-feira, 27, às 19h, em seu canal oficial no YouTube. Participarão como convidados o presidente da CBIC, José Carlos Martins, e o presidente do IBAPE, Amarilio da Silva Mattos Junior. Aproveite a oportunidade para saber mais sobre o curso que terá início no dia 2/8, às 19h, e será ministrado pelos professores Octavio Galvão Neto, Clémenceau Chiabi, Flávia Zoéga, Luciano Ventura. Durante as aulas, serão apresentados: Conceitos e diferenças entre as modalidades de prova técnica previstas no Código de Processo Civil; Requisitos técnicos essenciais especificados na ABNT NBR 13752 para a Perícias Judiciais de engenharia na construção civil envolvendo constatação e apuração de nexo causal de vícios construtivos; Conceitos técnicos e diferenças sobre a classificação de irregularidades; Análise do nexo causal das irregularidades: caracterização técnica do sintoma, avaliação da perda de desempenho, identificação e detalhamento do mecanismo de ação, da origem do agente causador Análise e apuração de perdas de desempenho ou falhas envolvendo uso, manutenção, reforma ou alterações das características originais, obsolescência e envelhecimento; Aspectos técnicos e práticos do assistente técnico nas Perícias, e Casos práticos, laudos, formulações de quesitos e pareceres. Conheça os professores do curso: Octavio Galvão Neto é engenheiro civil; coordenador e secretário respectivamente das Comissões de Estudos das normas ABNT: “Avaliação de Bens” e “Perícias de Engenharia na Construção Civil”; certificado em Avaliações pelo IBAPE-nível AAA; autor de livros e artigos sobre Avaliações, Perícias e Arbitragem. Clémenceau Chiabi é engenheiro civil, mestre em Engenharia Mecânica/Materiais. Pós-graduado em Engenharia de Avaliações e em Engenharia Econômica (Fundação Dom Cabral) Premiado com a Medalha Eurico Ribeiro relativo ao melhor trabalho na área de Perícias de Engenharia do Brasil em 2011, é coautor das Normas Técnicas para Avaliação do Desequilíbrio Econômico-Financeiro em Contratos de Obras de Engenharia (2011) e de Vistoria Cautelar (2014) emitidas pelo Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia. Flávia Zoéga é engenheira civil. Pós-graduada em Perícias e Avaliações; coordenadora da Câmara Técnica de Perícias do IBAPE-SP (2018-2021); professora do IBAPE/SP nos cursos de Perícias Judiciais, Vícios Construtivos; Recebimento e Entrega de Obras, Inspeção Predial. Sócia diretora da ARCHEO Engenheiros Associados. Luciano Ventura é engenheiro civil. Pós-graduado em Avaliações e Perícias (UTFPR); vice-presidente do IBAPE. Membro das Comissões de Estudos das normas ABNT: “Avaliação de Bens” e “Perícias de Engenharia na Construção Civil”; redator das “Diretrizes Básicas para Avaliações em Garantias Bancárias”; certificado em Avaliações pelo IBAPE-nível AAA, e sócio fundador da Avaliador.com. Fonte: https://cbic.org.br/cbic-promove-lanca-curso-sobre-vicios-construtivos-master-class-no-dia-27-7/?utm_campaign=cbic_hoje_22072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • Sinduscon Pará realiza evento que incentiva construções sustentáveis entre prefeitura de Belém e IFC

    O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA) recebeu nesta quinta-feira, 21, na sede do Sistema Fiepa, a comitiva da Corporação Financeira Mundial (IFC), do Grupo Banco Mundial, que apresentou o "Programa de Promoção das Edificações Sustentáveis para municípios da Região Amazônica no Brasil”. O grupo, que já percorreu cidades como Rio Branco-AC e Manaus-AM, aterrissou na capital paraense para propor incentivos a projetos de desenvolvimento urbano junto à prefeitura de Belém e aos dirigentes das secretarias do município. Durante o encontro, foram abordados os investimentos em setores de negócios climáticos, que inclui: Energia Renovável, Cidades Sustentáveis, Edifícios Eficientes e Agricultura Climática Inteligente, além de Edifícios Verdes e Carbono Zero. Para o oficial de Operações do IFC, Diogo Pardal, o programa tem como um de seus objetivos a melhoria das políticas públicas e apoiar os municípios através de assessoria técnica, de forma gratuita, que compreende a capacitação de funcionários municipais no conhecimento sobre as construções sustentáveis. “A metodologia de certificações de construções verdes já existe no mundo todo e nós temos bastante experiência com isso em outras cidades e essa tecnologia queremos trazer para Belém”, informa. Após a apresentação do IFC, o Prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, assinou a carta de interesse para promoção das construções sustentáveis, através de incentivo ao município. Para ele, a capital do Pará é a metrópole da Amazônia e, portanto, tem que se afirmar e ser exemplo para o mundo. “O IFC apresentou novas ideias para Belém e nós vamos ter aqui um projeto baseado nelas para viabilizar a capitação de recurso e investimentos em arquitetura e urbanismo verde para a cidade”, disse, entusiasmado, Edmilson. Para o presidente do Sinduscon Pará, Alex Carvalho, a parceria entre o Sindicato - entidade mediadora da ação - e a prefeitura é motivo de orgulho, além de ser significativamente produtiva quando o assunto é proporcionar melhores condições sociais à população. “É uma parceria institucional que objetiva sempre uma melhoria da qualidade de vida dos cidadãos de Belém, a qual tem sido bastante profícua, pois o dialogo faz com que cresça novas ideias e soluções para a carência de muitos”, afirmou, orgulhoso, o Líder Sindical Patronal. O encontro contou também com a presença do Presidente da CBIC, José Carlos Martins, o Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), José Maria Mendonça, representantes de empresas associadas ao Sindicato, convidados especiais e imprensa. Por Adriano Cardoso Assessor de Comunicação Sinduscon Pará

  • Curso sobre APPs em Regiões Urbanas tem data alterada para agosto.

    O curso sobre Áreas de Preservação Permanente (APPs) em Regiões Urbanas, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), teve suas datas alteradas e o conteúdo expandido. Com a mudança, o curso acontecerá no mês de agosto, nos dias 02, 03, 04, 09, 10 e 11, das 19h30 às 21h30. A nova programação contará, agora, com a participação de mais um instrutor, o procurador de Justiça, Paulo Antônio Locatelli, que abordará a visão do Ministério Público sobre as normas que tratam do tema e suas aplicações. Além disso, com a carga horário ampliada para 12 horas de conteúdo, será reservado um espaço exclusivo para debate e esclarecimento de dúvidas sobre as adequações e delimitações técnicas previstas na Lei 4.285/2021. O curso tem o objetivo de detalhar cada um dos elementos presente pela lei, abordando o histórico do tema, contexto, processo legislativo e o novo regime jurídico criado com as mudanças no Novo Código Florestal (Lei 12.651/2012). Com um time multidisciplinar, as aulas serão voltadas tanto para os profissionais do mercado imobiliário, diretamente afetados pela novidade, como também para associações empresariais e municípios interessados em regulamentar as faixas de APPs de curso d’agua nas suas localidades. O tema foi debatido durante o 94º Enic | Engenharia & Negócios, em junho, na oficina “APPs urbanas: entenda o que pode mudar no seu município”. A iniciativa foi um pontapé ao conteúdo do curso, que dará especial atenção aos cuidados necessários para trazer segurança jurídica na aplicação da lei. Assista e entenda um pouco mais sobre a importância do tema! Aproveite essa oportunidade, clique aqui e faça sua inscrição! Confira abaixo a nova programação do curso: AULA 1 |02 de agosto | 19h30 – 21h30 – O que são as APPs Urbanas e o que poderá mudar Marcos André Bruxel Saes AULA 2 |03 de agosto | 19h30 – 21h30 – Como regulamentar a Lei 14.285/2021 (Lei das APPs Urbanas) Mateus Stallivieri da Costa AULA 3 |04 de agosto | 19h30 – 21h30 – Delimitação técnica das APPs Urbanas: Como fazer o Estudo Socioambiental Mauro Sergio Adiala Calixto AULA 4 |09 de agosto | 19h30 – 21h30 – Novidades na atividade de parcelamento do solo urbano Kelly Durazzo AULA 5 |10 de agosto | 19h30 – 21h30 – A visão do MP sobre o Regime Jurídico da a Lei 14.285/2021 Marcos Saes Paulo Locatelli (Procurador de Justiça) AULA 6 | 11 de agosto | 19h30 – 21h30 – Aula de Fechamento: Parte 1. Como blindar o processo de alteração das faixas de APPs Parte 2. Perguntas e Respostas com os professores do curso Todos os professores Para mais informações, entre em contato através do telefone: (61) 3327-1013 (horário de atendimento: das 9h às 12h30 e das 14h às 17h) Ou pelo email: recepcao@cbic.org.br Fonte: https://cbic.org.br/curso-sobre-apps-em-regioes-urbanas-tem-data-alterada-para-agosto-confira/?utm_campaign=cbic_hoje_14072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • COIC divulga palestrantes do primeiro Roadshow de 2022

    A Comissão de Obras Industriais e Corporativas (COIC), da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), promoverá no próximo dia 26 de julho, a partir das 16h, o primeiro Roadshow: formação de preços e relações contratuais de 2022. O evento receberá como palestrantes o presidente da COIC, Ilso José de Oliveira, o diretor comercial da MIP Engenharia S/A, Celso Pimentel, o sócio proprietário da Gilberto Vaz Associados, Dr. Gilberto José Vaz e o diretor executivo de operações da Alumar, Helder Teixeira. Com os reflexos dos impactos da pandemia de Covid-19 e o aumento dos insumos, o atraso em projetos se tornou uma realidade, de acordo com o convidado Celso Pimentel. Esse impacto no cronograma final das construções foi o pontapé para que trabalhassem, durante o Roadshow, a gestão feita sob um viés de planejamento reverso. “Nós temos estudos de metodologias construtivas diferentes, ou seja pensar diferente, realmente fora da caixa, trazendo novos conceitos e ações e, por conseguinte, uma melhoria de prazo. Essa tem sido a ‘tônica’ dos projetos”, apontou. Pimentel também comentou sobre a abordagem do tema durante o evento. “O exemplo que nós vamos passar, vai ser exatamente nesse sentido. Ou seja, a gente usa métodos e conceitos de construção diferenciados e atípicos de maneira que a gente consiga em comum acordo trazer as datas novas de anseio do cliente”, completou. Fonte: https://cbic.org.br/coic-divulga-palestrantes-do-primeiro-roadshow-formacao-de-precos-e-relacoes-contratuais-de-2022/?utm_campaign=cbic_hoje_12072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • “Custo da Construção segue em alta”, diz economista da CBIC sobre INCC

    Depois de registrar incremento de 2,28% em maio deste ano, o Índice Nacional de Custo da Construção, calculado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (INCC/FGV) aumentou 2,14% em junho, o que correspondeu a sua terceira maior elevação, para esse mês, dos últimos 28 anos. Segundo a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, somente em junho de 1995 (+3,12%) e em junho de 2021 (+2,16%), as altas foram superiores. Com esse resultado, o indicador aumentou 7,53% no primeiro semestre de 2022 e 11,57% nos últimos 12 meses. “Particularmente em junho de 2022 o custo com materiais e equipamentos cresceu 1,07%, o custo com a mão de obra aumentou 3,35% e o custo com serviços 0,68%”, disse. No custo com materiais e equipamentos, foi observado que os vergalhões e arames de aço ao carbono, depois de aumentarem 1,64% em abril, e 6,97% em maio, registraram alta de 3,06% em junho. “O cimento foi outro insumo que continuou aumentando: 5,38% em abril, 5,56% em maio e 3,15% em junho. No 1º semestre de 2022, o cimento já apresentou incremento de 16,84% em seus preços. Essas altas contribuem para manter o custo da construção em patamar elevado, prejudicando as atividades do setor, gerando incertezas, instabilidades e preocupação em relação aos futuros lançamentos. Vale destacar que há 24 meses consecutivos a alta dos insumos é um dos principais problemas enfrentados pela Construção”, afirmou Ieda. Em junho de 2022, a variação de 3,35% registrada no custo com a mão de obra aconteceu em função do incremento observado em seis, das sete capitais componentes do INCC/FGV: Brasília (+1,57%), Rio de Janeiro (+2,37%), São Paulo (+5,09%), Salvador (+3,54%), Recife (+3,91%) e Porto Alegre (+2,26%). “É importante ressaltar que é nos meses de maio e junho que se concentram as datas bases dos trabalhadores da Construção Civil nas cidades pesquisadas pelo INCC e, por esse motivo, historicamente, observa-se maior aumento do custo nesse período”, explicou. A economista ainda mencionou que, desde julho de 2020, a Construção Civil vem sentindo as fortes elevações nos seus custos, especialmente em função das altas nos preços dos insumos. De julho de 2020 até junho de 2022, o INCC/FGV já aumentou 30,94%. “Neste período, o custo com materiais e equipamentos cresceu 52,70%, o custo com a mão de obra registrou elevação de 18,46% e o custo com serviços aumentou 17,74%. Observa-se, portanto, que o incremento no custo com os insumos foi a maior fonte de pressão na elevação dos custos da construção. É importante ressaltar que, neste período em análise, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e que é o indicador oficial da inflação no País, aumentou 21,23%”, apontou. Fonte: https://cbic.org.br/custo-da-construcao-segue-em-alta-diz-economista-da-cbic-sobre-incc/?utm_campaign=cbic_hoje_11072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • TST decide que auditor fiscal do trabalho tem competência para reconhecer vínculo de emprego

    Auditor fiscal do trabalho tem competência para reconhecer a existência de relação de emprego, conforme entendimento pela sétima turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), no último dia 5. Nesse contexto, o auditor possui atribuição funcional para avaliar a existência de vínculo empregatício nos estabelecimentos que fiscaliza, sem prejuízo da competência da Justiça do Trabalho, tendo a permissão para proceder à autuação de empresas e aplicar multas decorrentes. Fonte: https://cbic.org.br/tst-decide-que-auditor-fiscal-do-trabalho-tem-competencia-para-reconhecer-vinculo-de-emprego/?utm_campaign=cbic_hoje_11072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • Mudanças no programa CVA foram apresentadas em live da CBIC

    As mudanças aprovadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), como a elevação do teto do programa Casa Verde Amarela (CVA), foram apresentados na live “Quintas da CBIC”, desta quinta-feira, 7, promovida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O evento contou com a participação do presidente da entidade, José Carlos Martins, do secretário nacional de habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Alfredo Santos; da consultora técnica da CBIC e integrante do Conselho Curador do FGTS (CCFGTS); Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves; e do presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS/CBIC), Carlos Henrique. De acordo com o presidente da CBIC, a redução de contratações em 2021, pela queda na renda das famílias, e o aumento dos insumos impactaram o programa e impulsionaram a necessidade de mudanças. Contudo, com a racionalização do uso do subsídio do FGTS e a melhoria na curva, que entrou em vigência no mês de abril, foi possível constatar a elevação nas contratações já nos meses de maio e junho, apontou Martins. Atualização da faixa de renda A primeira mudança apresentada durante a live foi em relação às mudanças na faixa de renda das famílias. De acordo com o secretário do MDR, Alfredo Santos, essa proposta terá reflexo direto na capacidade de compra e explicou como ficará o reenquadramento. “A primeira faixa de renda é para famílias que ganham entre R$ 2,6 mil até R$ 3 mil, a redução da taxa de juros será de 0,75%, passando para 5,25%. Já a segunda faixa, que engloba renda familiar entre R$ 3 mil à R$ 3,7 mil, haverá redução de 1%. Ainda no grupo dois, foi criada uma subfaixa, entre R$ 3,7 mil até R$ 4,4 mil, terá taxa de 7%, obtendo uma redução de 1,16% comparado ao índice anterior. Para finalizar, o grupo 3 será ampliado para renda familiar de até R$ 8mil, com juros de 8,16%”, explicou Santos. Programa Pró-Cotista A segunda mudança apresentada pelo secretário nacional de Habitação foi em relação a taxa de juros para o financiamento de imóveis de até R$ 350 mil. Com a redução, a taxa cairá de 8,66% ao ano para 7,66%. De acordo com Alfredo Santos, essa é uma medida importante também para as empresas. “Isso traz uma maior proteção das empresas e evita que tenha uma aceleração nos distratos”, apontou Alteração no perfil da carteira Durante a live Quintas da CBIC Santos destacou a mudança no perfil da carteira, ampliando a capacidade de financiamento das famílias. Segundo ele, será aplicado um percentual de redução de juros em todas as faixas. “Dependendo da cidade, a ampliação da capacidade de renda pode chegar a 25%”, disse. As mudanças realizadas pelo Conselho Curador foram bem recebidas pelo setor, segundo Henriqueta Arantes. “Tivemos avanços essa semana e, finalmente, conseguimos fechar uma proposta que, pelas nossas expectativas, pode incluir 170 mil famílias”, apontou, ao complementar que “a previsão é que até 18 de julho todas as medidas sejam implementadas”. O presidente da CHIS/CBIC, Carlos Henrique Passos, comemorou as mudanças. “Isso tudo é muito positivo. Todas as medidas já tomadas até aqui se somam a essas e contribuem para a viabilização das famílias realizarem o sonho da casa própria”, apontou. Passos ressaltou ainda o aumento do piso no grupo 3. “Essas mudanças das faixas intermediárias e o aumento do piso do grupo 3 podem aumentar a capacidade de financiamento ou a diminuição nas parcelas”, comentou. Fonte: https://cbic.org.br/mudancas-no-programa-cva-foram-apresentadas-em-live-da-cbic/?utm_campaign=cbic_hoje_07072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • COIC promove o primeiro Roadshow: formação de preços e relações contratuais de 2022

    Valorização da engenharia, gestão compartilhada, inovação, produtividade e competitividade são algumas das bandeiras da Comissão de Obras Industriais e Corporativas (COIC), da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Pensando nisso, a COIC promove, no próximo dia 26 de julho, a partir das 16h, o Roadshow: formação de preços e relações contratuais. O encontro abordará cases sobre planejamento e gestão de empresas que tenham seus projetos desenvolvidos nos estados do Pará e Maranhão, além do tema “As Juntas de Conciliação Assegurando a Missão dos Contratos”. Para o presidente da COIC, Ilso Oliveira, o objetivo do evento é compartilhar conhecimento e contribuir para melhorar o nível de maturidade das empresas. “A decisão por fazer os Roadshows em parceria com os Sinduscons de diversos estados procura estimular a participação das empresas destas regiões. E, por se tratar de um evento virtual, possibilita a participação de empresas de todo o País. Esta interação tem se mostrado muito eficaz”, disse. O presidente da comissão apontou ainda sobre a importância dos temas que serão debatidos no encontro. “Tenho uma expectativa muito boa com este Roadshow, primeiramente, pela relevância dos temas tratados e também pelo case real que será apresentado. Soma-se a isto o fato de estarmos fazendo o evento em parceria com o Sinduscon/PA e Sinduscon/MA, estados em que serão implantados importantes projetos neste e nos próximos anos”, destacou. Para o presidente do Sinduscon/PA, Alex Carvalho, o encontro é muito importante para o segmento, que tem crescido no Estado e destacou a relevância da iniciativa da CBIC. “Nós do Sinduscon-PA valorizamos muito a iniciativa da CBIC. O Roadshow é muito interessante para nós. Esse é um segmento da indústria da construção que tem crescido bastante no nosso estado e é muito importante estimular a participação das empresas e disseminar boas práticas, que possam ampliar a participação nesse mercado. É obrigação da nossa entidade, como uma prestação de serviços às nossas empresas associadas”, apontou. O evento Roadshow está na sua quinta edição e já contou com a parceria dos Sinduscons Minas Gerais, Goiás, Paraná, Bahia, Mato Grosso do Sul, além da participação de mais de 600 pessoas nas últimas edições. Fonte: https://cbic.org.br/coic-promove-o-primeiro-roadshow-formacao-de-precos-e-relacoes-contratuais-de-2022/

  • Folha: juros em alta e sangria na poupança preocupam mercado imobiliário

    No início da pandemia, há cerca de dois anos, o mercado imobiliário vivia um momento único, em razão de recordes no estoque da poupança e de juros baixos, com mais famílias elegíveis para tomar crédito. Em matéria no último domingo, 3, a Folha de S.Paulo destaca que, com a poupança das famílias registrando baixas e os juros subindo, a janela de crescimento do setor da construção fica mais estreita em 2022. Além disso, ressalta que o setor enfrenta o aumento de custos de produção, a inflação elevada e a escalada dos juros, que preocupa não só pelo impacto na renda das famílias e do crédito, mas pela redução da demanda econômica que ela irá provocar no segundo semestre. Menciona ainda que alguns analistas têm dado como certo um período de queda do PIB de dois trimestres, entre o último trimestre deste ano e o primeiro do ano que vem. Nesse contexto, se aliam a alta de juros nos Estados Unidos, a inflação global e a menor perspectiva de crescimento da economia mundial. Na avaliação do presidente da Câmara Brasileira de Indústria de Construção (CBIC), José Carlos Martins, o cenário, sem dúvida, interfere no humor, o que se reflete nos lançamentos, com as empresas ficando temerosas. “Quando converso por aí, recomendo que levem o barco devagar”, diz. Em entrevista ao jornal, Martins ponderou, no entanto, que há alguns sinais positivos para este semestre. Na baixa renda, modificações nas faixas do programa Casa Verde e Amarela (que substituiu o Minha Casa, Minha Vida) podem atrair compradores. “Na caderneta de poupança, o efeito dos juros já ficou lá atrás, o estrago já aconteceu. O que nos preocupa mesmo é o efeito dos juros na economia, com queda de renda das famílias e desaquecimento nos próximos meses. O fator limitante hoje se chama renda ante preço do imóvel, vai piorar ou ficar igual? Não sabemos.” Fonte: https://cbic.org.br/juros-em-alta-e-sangria-na-poupanca-preocupam-mercado-imobiliario/?utm_campaign=cbic_hoje_04072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • CBIC projeta crescimento acima do esperado na construção civil em 2022

    A economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, projetou na última segunda-feira, 4, durante o 9º Summit da Construção, no auditório do Grupo Tribuna, na Baixada Santista, que a construção civil deve crescer 3% em 2022, acima do esperado (2,5%) para o ano. Na avaliação de Vasconcelos, o crescimento do setor seria ainda maior se não tivesse o impacto da alta nos custos dos insumos que chega a superar 50% em 20 meses. Segundo Vasconcelos, apesar da pandemia da Covid-19, o setor vive um momento de desafios e oportunidades. A nova previsão para 2022 deve ser oficializada no fim de julho. Fonte: https://cbic.org.br/cbic-projeta-crescimento-acima-do-esperado-na-construcao-civil-em-2022/?utm_campaign=cbic_hoje_04072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

  • Novo Caged aponta que Brasil gerou 277 mil empregos formais em maio

    Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados no último dia 28 revelam no acumulado de janeiro a maio de 2022, um saldo de 1.051.503 novas vagas de emprego. As novas contratações com carteira assinada realizadas no quinto mês do ano são consideradas positivas, no qual foram registrados 277 mil postos de trabalho. De acordo com os dados divulgados, o setor da indústria, no mês de maio, registrou saldo de 46.975 mil novas vagas formais e na construção foram 35.445 novos postos. Em todo Brasil, o grande destaque do mês foi o setor de Serviços, com a geração de 120.294 novos postos de trabalho formais, com alta nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas. Fonte: https://cbic.org.br/novo-caged-aponta-que-brasil-gerou-277-mil-empregos-formais-em-maio/?utm_campaign=cbic_hoje_04072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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