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- Custo da Construção segue em alta, revela INCC da FGV
Após registrar incremento de 2,28% no mês de maio, o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) aumentou 2,14% em junho, o que correspondeu à sua terceira maior elevação, para esse mês, dos últimos 27 anos. As altas só foram superiores em junho de 1995 (3,12%) e em junho de 2021 (2,16%). Com esse resultado, o indicador aumentou 7,53% no primeiro semestre de 2022 e 11,57% nos últimos 12 meses. Em junho de 2022, o custo com materiais e equipamentos cresceu 1,07%, o custo com a mão de obra aumentou 3,35% e o custo com serviços 0,68%. No custo com materiais e equipamentos, os vergalhões e arames de aço ao carbono, depois de aumentarem 1,64% em abril, 6,97% em maio, registraram alta de 3,06% em junho. O cimento, de acordo com a pesquisa, foi outro insumo que continuou aumentando: 5,38% em abril, 5,56% em maio e 3,15% em junho. No primeiro semestre de 2022 o cimento já aumentou 16,84%. Já a elevação de 3,35% registrado no custo com a mão de obra ocorreu em função de seis, das sete capitais componentes do INCC/FGV, apresentarem elevação neste custo: Brasília (1,57%), Rio de Janeiro (2,37%), São Paulo (5,09%), Salvador (3,54%), Recife (3,91%) e Porto Alegre (2,26%). A economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, lembra que o aumento do custo da mão de obra nos meses de maio e junho, se deve, historicamente, à concentração das datas bases dos trabalhadores da Construção Civil nas cidades pesquisadas pelo INCC. Fonte: https://cbic.org.br/custo-da-construcao-segue-em-alta-revela-incc-da-fgv/?utm_campaign=cbic_hoje_07072022&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
- Sindicatos filiados à FIEPA escolhem novamente Alex Carvalho como presidente da entidade
A FIEPA realizou no dia 16/12 novas eleições para a Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados Representantes Junto à CNI, para o quadriênio 2023-2027. A chapa intitulada “José Maria Mendonça”, encabeçada pelo engenheiro, empresário e presidente do SINDUSCON-PA, Alex Dias Carvalho, venceu o pleito com 23 votos - um a mais que na eleição anterior, que foi suspensa por determinação judicial - contra nenhum voto para a chapa intitulada “Renovar”, encabeçada pela empresária Rita Arêas. A eleição foi realizada das 8 às 16 horas, na sede da FIEPA, com direito a voto os delegados representantes dos 29 sindicatos filiados à Federação. Foram registradas as presenças de 23 sindicatos e a ausência de seis. O resultado comprova o desejo da maioria dos filiados, já demonstrado na primeira eleição ocorrida em agosto, quando Alex venceu com 22 votos. Desde a abertura do processo eleitoral em abril deste ano, a chapa “Renovar”, em uma tentativa de tumultuar o processo por contar com o apoio de uma minoria, já entrou com 12 ações na justiça, entre processos para cancelar as eleições ou mesmo desqualificar sindicatos que apoiam a chapa “José Maria Mendonça”. Na véspera da eleição do dia 16 e no dia do pleito, a justiça negou dois pedidos de suspensão, justificando na sentença o respeito ao estatuto da FIEPA, que rege o processo eleitoral, e a liberdade sindical. Como forma de resolver uma das ações ajuizadas pela chapa “Renovar”, o Conselho de Representantes garantiu o direito de inscrição da chapa, mesmo estando com os nomes incompletos, o que era o intuito dos componentes da chapa. No entanto, mesmo sendo garantida essa participação da chapa na eleição, conforme reivindicado na ação, nenhum dos seus membros compareceu na votação desta sexta-feira (16). A FIEPA vem cumprindo seu regimento interno e atendendo a todas as decisões judiciais, fruto das ações impetradas pela chapa “Renovar”. A realização da eleição no dia 16 de dezembro apenas conclui o procedimento aprovado em reuniões da Diretoria e do Conselho de Representantes, ambas realizadas em maio, com a presença membros e advogados da chapa “Renovar”, nas quais foram validados o artigo 73 do Estatuto da entidade, que regula todo processo eleitoral, e a data do dia 10 de agosto para a realização do pleito. Fonte: FIEPA
- Setor da construção no Pará registra primeiro saldo negativo após seis meses em alta
Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil Foram divulgados pelo Ministério do Trabalho no último dia 29, os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), referente ao mês de outubro, no qual demonstraram que o setor da construção gerou em todo o Brasil 5.348 novos postos de trabalho, resultado da diferença entre 174.681 admissões e 169.333 demissões. No Pará, foi registrado no décimo mês do ano um total de 6.248 novas contratações, onde apresentou um declínio de aproximadamente 26% comparado a setembro, que foi de 8.532. Já no número de demissões, o mês contabilizou 6.780, um aumento de 16,74% com relação ao mês anterior, que foi de 5.808. Os dados gerados pelo CAGED em outubro apontaram um saldo negativo de 532 empregos com carteira assinada, uma queda de 119,53% comparado ao mês anterior, que contabilizou 2.724 postos de trabalhos. Esse é o primeiro mês, desde abril, que a construção registra um resultado que não expressa a verdadeira potência do setor. Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), Alex Dias Carvalho, o saldo apresentado é o reflexo de um “mix” que envolve diversos impasses enfrentados pela construção ao longos dos anos, intensificados pelo aumento excessivo no valor dos insumos necessários para o setor e juros altos. “Quando se trata do último trimestre do ano, o nosso setor comumente apresenta números positivos na geração de empregos, é no “verão amazônico” que as obras avançam com mais rapidez, porém, neste ano, devido aos reflexos dos excessivos aumentos de preços dos principais materiais de construção e de outros insumos, aumento da taxa de juros, amargamos um resultado bem abaixo do que poderíamos obter quanto à geração de empregos, pois afetam diretamente na continuidade das obras vigentes, sejam públicas ou privadas, incluindo o mercado imobiliário que, por sua vez, freiou fortemente os novos lançamentos e as vendas de imóveis que também diminuíram bastante. O segmento mais impactado é o de habitação de interesse social, ou seja, quem mais precisa acaba sendo mais prejudicado”, afirma Carvalho. Por Adriano Cardoso Assessor de Comunicação Sinduscon Pará
- Sinduscon Pará e Coopercon-PA realizam visita à fábrica Cerâmica Vermelha, em Inhangapi.
O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), em parceria com a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Pará (COOPERCON-PA), realizou na última terça-feira, 30, visita às instalações da fábrica Cerâmica Vermelha, que contou com a participação de representantes de empresas associadas ao Sindicato e à Cooperativa. Durante o percurso, os participantes, em sua maioria do setor de compras das construtoras associadas às entidades, tiveram a oportunidade de conhecer toda a linha de produção das cerâmicas e entender os padrões mínimos exigidos pela norma de desempenho que a fábrica segue. A empresa paraibana, com filial no Pará, localizada no município de Inhangapi, atua no estado há 23 anos e desde 2012 buscar inovar por meio de tecnologias nacionais e estrangeiras, além de trazer soluções para o processo construtivo. De acordo com o diretor executivo da Cerâmica Vermelha, Rivanildo Hardman, há dez anos a fábrica ceramista vem passando por um processo de inovação constante, a fim de entregar uma mercadoria de melhor qualidade, aumentar a eficiência do colaborador, reduzir os desperdícios e, principalmente, maior velocidade na entrega do insumo. “Há dez anos, quando iniciamos a transição do antigo modelo de trabalho, que era mais manual, para o atual, com implementação dos robôs, visando melhor qualidade e maior aproveitamento tanto da mão de obra, quanto do material, passamos a obter ganhos significativos, principalmente na entrega do produto, reduzindo o período que em média era de 12 a 14 dias para ficar pronto, para apenas 4 dias”, explicou, orgulhoso, Hardman. Por Adriano Cardoso Assessor de Comunicação Sinduscon Pará
- Alex Carvalho é eleito presidente da FIEPA
Por 78,5% dos votos válidos, o engenheiro, empresário e atual presidente do Sindicato das Indústrias do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), Alex Dias Carvalho, foi eleito presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). A eleição foi realizada nesta quarta-feira, 10, das 8 às 16h, na sede da Federação, e contou com quórum de 28 dos delegados votantes, representantes de sindicatos filiados à entidade. O presidente eleito, a nova diretoria, o conselho fiscal e os delegados junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI) assumem o mandato em agosto do ano que vem, pelo quadriênio 2023/2027. A eleição na FIEPA teve uma chapa única, chamada Engenheiro José Maria Mendonça. O atual presidente da Federação, José Conrado Santos, disse que a presença da quase totalidade dos delegados na votação representa a união dos sindicatos que compõem a FIEPA. “A presença de 28 representantes dos 29 sindicatos também demonstra o interesse das entidades sindicais pela eleição”, complementou o presidente, que fica no cargo até agosto do ano que vem. Ele explicou que o trabalho por uma indústria paraense competitiva, moderna e dinâmica continua e deve ter prosseguimento no próximo ano, quando se iniciará um novo mandato na entidade. Segundo o presidente eleito da FIEPA, engenheiro Alex Dias Carvalho, a nova diretoria é formada por empresários experientes, a maioria protagonista nos setores onde atua, e por jovens industriais com grande capacidade de reinventar processos e interessados em novas tecnologias. “Com essa combinação de forças pretendemos trabalhar unidos, seja no diálogo, nas ações e nas parcerias dentro e fora do Estado, contribuindo muito mais por uma indústria inovadora e dinâmica”, pontuou. Alex Carvalho é formado em engenharia há 25 anos pela Universidade da Amazônia (Unama) e possui mestrado pela Escola Politécnica da USP na área de Infraestrutura de Transportes. Há cinco anos preside o Sinduscon Pará, sendo este seu segundo mandato, para o qual foi reeleito por unanimidade. É também vice-presidente na FIEPA e na Regional Norte da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Ele representa a Federação das Indústrias no Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará (CDE), é titular do Conselho Fiscal do SESI Pará e participa ativamente de vários fóruns de discussão e de eventos voltados para temas como infraestrutura do Estado, incentivos fiscais, licenciamento ambiental, relações de trabalho, entre outros.
- Copom aumenta a Selic para 13,75% a.a.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual. Foi a 12ª elevação consecutiva e confirmou as expectativas do mercado financeiro. Com isso, a referida taxa, que estava em 13,25% a.a., passou para 13,75% a.a. No atual ciclo de elevações, a Selic já aumentou 11,75 pontos percentuais. Dessa forma, a taxa voltou ao patamar do final do ano 2016, quando também foi 13,75%a.a. A justificativa utilizada para o atual ciclo de aperto monetário é a inflação. Nesse contexto, é importante ressaltar duas questões: o aumento de preços acontece no cenário global. Com o início da pandemia, as cadeias produtivas globais foram impactadas e sofreram forte desestruturação. Com o avanço da vacinação, elas iniciaram um processo de readequação. “Entretanto, sofreu novo impacto em fevereiro/22, com o início dos conflitos entre Rússia e Ucrânia. Dessa forma, a elevação de preços é um fenômeno mundial. O Índice de Preços ao Consumidor da União Europeia, por exemplo, acumulou nos últimos 12 meses, encerrados em junho/22, alta de 9,6%. Nos Estados Unidos, neste mesmo período, a variação foi de 9,1%, o que correspondeu a maior alta em 12 meses desde novembro/1981. No Brasil, o aumento foi de 11,9%”, disse a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos. A análise dos resultados de alguns países também evidencia o quanto o aumento de preços atual está superior ao registrado anteriormente. No Chile, por exemplo, enquanto nos últimos 12 meses encerrados em junho/21 a inflação acumulou alta de 3,8%, nos últimos 12 meses encerrados em junho/22 a alta foi de 12,5%. Na Espanha, nessa mesma base de comparação, o Índice de Preços ao Consumidor passou de 2,7% para 10,2%. Clique aqui e leia o informativo econômico na íntegra. O informativo tem interface com o projeto “Banco de Dados da Construção – BDC”, em correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional). Fonte: https://cbic.org.br/copom-aumenta-a-selic-para-1375-a-a/
- Curso reforça importância do perito na correta apuração de vícios construtivos
“Nem sempre a classificação de vícios construtivos, por condomínios e profissionais contratados, é feita de forma embasada, com análise técnica consistente”, alertou o engenheiro civil, Octavio Galvão Neto, durante o curso Vícios construtivos e sua correta apuração técnica nas Perícias de Engenharia da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape), na última terça-feira, 2. Durante o módulo Prova Técnica – Perícia de engenharia à luz do Código de Processo Civil e da Norma ABNT NBR 13.752, que trata de Perícias de Engenharia na Construção Civil, Octavio Neto, foram apresentados conceitos e diferenças entre as modalidades de prova técnica previstas no CPC envolvendo testemunha técnica, perícia simplificada e perícia de causalidade ou para apuração de nexo causal na construção civil, considerando ainda as espécies de perícias previstas na ABNT NBR 13752. O professor salientou que a prova pericial, conforme artigos 156 a 158 do CPC, é necessária para embasar a decisão do juiz, que não tem conhecimento técnico ou científico sobre o fato e, por isso, a importância do perito no exame, vistoria ou avaliação do fato na construção civil. “O profissional tem efetivamente que mostrar credenciais que são minimante aceitáveis para desenvolver trabalho de perícia na construção civil”, destacou, salientando a importância de se impugnar o profissional indicado pelo juiz, caso ele não seja especializado no objeto da perícia. Informou que a ABNT NBR 13.752 está em revisão desde julho de 2017, com previsão de votação até o final do ano. “Tem boas referências técnicas que estão sendo revistas e melhoradas. O ponto é fazer com que elas sejam efetivamente observadas. As referências que estão no CPC e na Norma permitem que os trabalhos periciais sejam feitos com rigor técnico e apresentem resultados satisfatórios que permitam que os juízes possam fazer o julgamento correto e adequado dos processos judiciais”, disse. Octavio Neto reforçou ainda a importância da atuação do assistente do perito na rigorosa formulação dos quesitos para que o perito faça a correta análise, classificação e quantificação durante a vistoria. Os alunos ainda tiveram a oportunidade de sanar dúvidas específicas sobre os processos de vícios construtivos da Caixa relacionados ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O curso faz parte do projeto Vícios Construtivos da CBIC, lançado em 2021, para combater a industrialização de ações sobre vícios construtivos. A iniciativa que será realizada até o dia 27/09 é exclusiva aos integrantes do projeto. O objetivo é mostrar aos engenheiros, por meio de exemplos práticos, como devem se comportar e até mesmo como rebater o laudo pericial não realizado dentro do que se prevê a Norma Técnica. A próxima aula será no dia 09/08, às 19h, sobre Requisitos técnicos essenciais especificados na ABNT NBR 13752 para a Perícias Judiciais de engenharia na construção civil envolvendo constatação e apuração de nexo causal de vícios construtivos, com o professor: Octavio Galvão Neto. Importante destacar que a primeira turma, com 50 vagas, foi totalmente preenchida. Em breve, a CBIC divulgará a nova turma. Confira a Master Class aberta ao público e que ainda pode ser conferida no canal oficial no YouTube. Ainda não participa do projeto Vícios Construtivos? Não perca tempo. Inscreva-se já! Fonte: https://cbic.org.br/curso-reforca-importancia-do-perito-na-correta-apuracao-de-vicios-construtivos/
- Projeções para a inflação brasileira em 2022 perdem forças
A Pesquisa Focus do Banco Central do último dia 29/07 reduziu, pela quinta semana consecutiva, a projeção de alta para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicador oficial da inflação no País. A expectativa agora é que ele encerre 2022 com alta de 7,15%. A pesquisa do dia 03/06 estimava alta de 8,89% para o indicador. O centro da meta inflacionária para 2022 é de 3,5% e o teto é 5%. Na avaliação da economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, no entanto, a redução das projeções para o aumento dos preços do País, neste ano, não deixa de ser satisfatória. Vasconcelos reforça que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), calculado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou queda de 1,19% na verificação até o dia 31/07. Os itens com maiores influências negativos para esse resultado foram: gasolina (-14,24%), passagem aérea (-19,81%), tarifa de eletricidade residencial (-5,13%), tomate (-22,39%) e etanol (-11,02%). Nos últimos 12 meses o IPC-S acumula alta de 8,0%. Para 2023, a pesquisa do Banco Central continuou, pela 17ª semana consecutiva, aumentando as projeções e agora aguarda incremento de 5,33% para o IPCA. Segundo a economista, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgará na quarta-feira (03/08) a nova taxa Selic e, certamente, essas novas projeções para o resultado da inflação no País serão consideradas. “A Pesquisa Focus estima que a Selic encerre 2022 em 13,75%”, destacou Vasconcelos. Fonte: https://cbic.org.br/projecoes-para-a-inflacao-brasileira-em-2022-perdem-forcas/
- CBIC apresenta os Indicadores Imobiliários Nacionais do 2º TRImestre no dia 15/08
A Comissão da Indústria Imobiliária (CII), da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizará no dia 15/08, às 10h, a coletiva de imprensa online sobre o balanço do Mercado Imobiliário Nacional do segundo trimestre de 2022. As informações serão apresentadas pelo presidente da entidade, José Carlos Martins, pelo vice-presidente da área da Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, e pelo sócio da Brain Inteligência Corporativa, Fábio Tadeu Araújo. Clique aqui e inscreva-se! O evento tem interface com o projeto “Melhorias para Mercado Imobiliário”, da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC, em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional). Fonte: https://cbic.org.br/cbic-apresentara-os-indicadores-imobiliarios-nacionais-do-2o-tri-de-2022-em-15-08/
- Seminário Jurídico: Belém realiza a VII edição do evento em setembro
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), anuncia a realização da VII edição do "Seminário Jurídico – Construindo o Direito". O evento, que ocorrerá na capital do Pará, Belém, tem como objetivo tratar sobre a “Modernização Normativa, Desburocratização e Previsibilidade Jurídica para Melhoria do Ambiente de Negócios da Indústria da Construção”. O Seminário, que será realizado com correalização do Senai Nacional, contará com um time de palestrantes de alto nível para debater as diversas demandas sobre a indústria temerária de vícios construtivos. Clique aqui para ter acesso à programação! Participe!! Horário e local 16 de set. 08:30 – 17:30 Grand Mercure Belém do Pará, Av. Nª Sra. de Nazaré, 375 – Nazaré, Belém – PA, 66035-115, Brasil Lote promocional Lote 1 (promocional) válido até 31/07/2022. Exclusivo para empresas associadas do Sinduscon Pará, empresas participantes do Conjur/CBIC, empresas aderentes ao projeto Vícios Construtivos/CBIC. Inscreva-se e garanta a sua vaga! O seminário tem interface com o projeto “Segurança Jurídica na Indústria da Construção”, do Conselho Jurídico (Conjur) da CBIC, em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional). Fonte: https://cbic.org.br/vii-edicao-do-seminario-juridico-acontecera-em-belem-pa-no-dia-16-09/
- Sinduscon avalia Agenda da CBIC sobre o futuro da construção no Pará
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) preparou uma agenda especial sobre o futuro da construção para as entidades associadas da Região Norte do país, neste mês de julho. O Sindicado da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA) foi parceiro na realização do evento “Futuro e expectativas da construção civil e mercado imobiliário”, no dia 22/07, em Belém. O encontro tem interface com o projeto “Incentivo à Sustentabilidade na Indústria da Construção” da Comissão de Meio Ambiente da CBIC, em correalização com o Senai Nacional. Ao avaliar a iniciativa, o presidente do Sinduscon-PA, Alex Carvalho, ressaltou a importância do evento para o setor, que contou com a presença do presidente da CBIC, José Carlos Martins, e da consultora CBIC e representante no Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS), Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves. Confira seu depoimento, a seguir: “Em nome das empresas da indústria da construção do estado do Pará, tenho muito a agradecer a presença do presidente da CBIC, José Carlos Martins, que trouxe a Belém uma pauta muito rica no que se refere a oportunidades de abrangência de mercado no segmento de habitação de interesse social, vinculando e apresentando mais detalhadamente os programas federais vigentes e outros com parcerias locais com o governo do estado e municípios. A iniciativa foi enriquecedora. Uma oportunidade de conhecimento, um aprimoramento de metodologias e interações que, com certeza, vão proporcionar um melhor acesso aos recursos que estão disponíveis e muitas vezes não são utilizados. Também precisamos fazer um devido registro sobre a importância de ouvir diretamente dele, um líder reconhecido e respeitado nacionalmente, um prognóstico do cenário atual do mercado e da situação do nosso país. Nós convivemos com instabilidade de preços de materiais e dificuldades de abastecimento de muitos materiais e isso tem impactado bastante as obras, os contratos vigentes e os contratos em execução, então o debate chamou muito a atenção do empresariado, pois faz-se muito necessário, neste momento, todo e qualquer cuidado acerca dos próximos passos. Por fim, mas não menos importante, tivemos a oportunidade de conversar sobre a importância de um engajamento político maior do nosso setor. O presidente também nos trouxe a oportunidade de clarificar uma maior participação do empresariado e das pessoas nesse movimento político que não seria político partidário, mas sim um movimento político em defesa de tantas causas importantes e necessárias para o fortalecimento e a preservação de um setor importantíssimo na geração de empregos e renda de todo o país”. Fonte: https://cbic.org.br/sinduscon-avalia-agenda-da-cbic-sobre-o-futuro-da-construcao-no-para/
- Sinduscon Pará e CBIC realizam debate sobre atual cenário do setor no país e no estado
Com o objetivo de discutir assuntos de interesse do setor com os seus associados e abordar sobre o atual cenário do segmento, o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA) realizou na quinta-feira, 21, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o evento: “Futuro e expectativas da construção civil e mercado imobiliário”. A consultora CBIC e integrante do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS), Maria Henriqueta, iniciou o encontro com a apresentação de “Oportunidades para Produção de Habitacional Social”, na qual abordou sobre o aumento da capacidade de compra, redução das taxas de juros e esclareceu dúvidas a respeito das novas diretrizes para aplicação dos recursos do FGTS. Em seguida o Presidente da CBIC, José Carlos Martins, falou sobre o aumento de 9,7% no Produto Interno Bruto (PIB) da Construção Civil no ano passado, em que recuperou as perdas de 2020, quando o setor recuou 6,3%. Entre os assuntos citados na reunião de líderes da construção, estava a alta dos insumos, que tem deixado muitos empresários receosos, pois nos últimos dois anos, a inflação sobre os materiais de construção já acumula alta de 52,7%, refletido na redução do volume de novos empreendimentos, que caiu 42% entre o último trimestre de 2021 e o primeiro trimestre de 2022. “Nós temos um grande vilão hoje que é o aumento dos insumos desproporcional à capacidade de todos, o que prejudica o setor no país inteiro”, disse Martins que completou dizendo que esse cenário de instabilidade fica “pior” quando se refere à região norte do Brasil, pois “é a mais impactada devido ao valor excessivo do frete, situação que se agravou ainda mais com o aumento do combustível”, afirmou. A partir de uma análise local, de acordo com o Censo Imobiliário de Belém e Ananindeua, as vendas de imóveis no primeiro trimestre deste ano cresceram aproximadamente 42% em comparação com o último trimestre de 2021. Para Alex Carvalho, apesar dos números positivos no número de vendas, em contrapartida, os resultados não expressam verdadeiramente a potência que o setor possui, pois se não fosse os obstáculos antigos que a construção enfrenta – intensificados após a pandemia de Covid-19 – o cenário seria mais satisfatório. “Sabe-se que a evolução salarial da população não consegue acompanhar esses aumentos excessivos e inoportunos da grande parte dos materiais de construção, o resultado disso é uma inibição muito drástica do número de novos lançamentos imobiliários”, afirmou o presidente do SINDUSCON-PA. Ainda de acordo com o estudo realizado no primeiro trimestre deste ano, em ambos os municípios paraense, mostrou que os números de lançamentos caíram, com 497 unidades lançadas, enquanto que nos últimos três meses anteriores, que correspondem a outubro, novembro e dezembro de 2021, o quantitativo foi de 774 empreendimentos, uma queda de aproximadamente 36%. Esse resultado, consequentemente, representa menos postos de trabalhos no Setor, e o desemprego é uma realidade que ainda ronda a construção, no qual de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) de março, mesmo período de levantamento do mercado imobiliário, revelou o Pará registrou um total de 5.836 novos postos de trabalho contra 5.748 demissões, representando um saldo positivo de 88 contratações. "O desabastecimento e o aumento exagerado nos preços dos materiais de construção, elevações nos custos com frete e também a pressão inflacionária que fez com que as taxas de juros de operações de crédito se elevassem, têm sido os maiores causadores da desaceleração de um dos segmentos mais importantes para a economia estadual e nacional, em que diminui o ritmo das obras vigentes e inibe o lançamento de novos empreendimentos, principalmente os de habitação de interesse social, voltados para suprir a demanda da população de baixa renda", finalizou o Líder Sindical Patronal. Por Adriano Cardoso Assessor de Comunicação Sinduscon Pará












