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- Sinapi fecha 2022 com alta de 10,9%, segunda maior taxa desde 2014
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou 2022 com elevação de 10,9%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10/01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a segunda maior taxa desde 2014. Em relação a 2022, quando ficou em 18,65%, houve recuo de 7,75 pontos percentuais. Contribuiu para o resultado a taxa de dezembro, que apresentou variação de 0,08%, ficando 0,07 ponto percentual abaixo da de novembro. Naquele mês, a alta de 0,15% foi o menor índice do ano passado e manteve a tendência de desaceleração em 2022. O custo nacional para o setor habitacional por metro quadrado, que é medido pelo Sinapi, subiu para R$ 1.679,25 em dezembro. Desse valor, R$ 1.001,20 correspondem aos materiais e R$ 678,05 à mão de obra. Em novembro, o custo ficou em R$ 1.677,96. Segundo o IBGE, a parcela dos materiais que apresentou estabilidade em novembro (0,01%) e outubro (0,04%) teve alta de 0,07% em dezembro. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/sinapi-fecha-2022-com-alta-de-109-segunda-maior-taxa-desde-2014/
- Concreto feito com pneus: alternativa sustentável na construção civil
Matéria publicada no portal Terra destaca que pesquisadores do Instituto Real de Tecnologia de Melbourne, na Austrália, encontraram uma destinação sustentável para pneus automotivos. A equipe de engenheiros desenvolveu um novo concreto usando a borracha desses objetos, uma alternativa verde que promete reduzir custos, além de beneficiar o meio ambiente, tendo em vista que a estimativa é de que até 2030 cerca de 1,2 bilhão de pneus serão descartados anualmente. De acordo com os pesquisadores, com 100% dos agregados substituídos por pneus, mantendo as propriedades mecânicas necessárias para a aplicação construtiva, o resultado é um concreto mais leve, mais sustentável e com custo reduzido na sua produção e no seu transporte. Segundo Mohammad Island, um dos responsáveis pela inovação, a técnica envolve novos moldes desenvolvidos para comprimir os agregados de borracha de uma forma que melhora a performance construtiva do material. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/concreto-feito-com-pneus-e-alternativa-sustentavel-na-construcao-civil/
- Caixa Econômica concede primeiro Selo Casa Azul da região Norte para construtora paraense
A empresa associada ao Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), Vivare Engenharia, recebeu nesta terça-feira, 4, o Selo Casa Azul, nível Safira, concedido pela Caixa Econômica Federal. O reconhecimento, entregue durante encontro na sede da superintendência da instituição financeira, em Belém, é um instrumento de classificação ASG (Ambiental, Social e Governança) destinado a propostas de empreendimentos habitacionais que adotem soluções eficientes na concepção, execução, uso, ocupação e manutenção das edificações. A diretora da Vivare Engenharia, Roberta Henriques, destacou que a premiação significa a relevância e dedicação da empresa em construções habitacionais, levando em conta aspectos sociais e ambientais. “Com essa certificação, conseguimos provar que as construtoras genuinamente paraenses possuem condições de construir produtos de qualidade e com responsabilidade socioambiental”, frisou, orgulhosa, a empresária. O diretor de materiais de construção do Sinduscon Pará, Neil Henriques, explicou a importância de ser a primeira empresa da região Norte a receber essa honraria. "Esse é um marco para a construção civil, que nivela o setor do estado às grandes construtoras nacionais, proporcionando maior credibilidade na qualidade das obras habitacionais e, também, servindo como um multiplicador para muitas outras melhorias", contou Neil. Para o líder sindical patronal, Alex Carvalho, essa conquista abrirá espaços para que mais empresas do setor atuem na linha ASG e alcance o reconhecimento. "Quero parabenizar toda equipe da nossa associada Vivare pela conquista, é motivo de muito orgulho porque sabemos da dificuldade que empresas paraenses enfrentam. Esse é mais um passo para uma nova era de projetos com uma linha de sustentabilidade socioambiental", parabeniza o presidente do Sindicato. Por Assessoria de Comunicação Sinduscon Pará
- Desemprego volta a aumentar no País
O desemprego voltou a crescer no País, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), divulgados nesta sexta-feira (31/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desocupação foi de 8,6% no trimestre móvel até fevereiro/23. Com isso, o número de pessoas desocupadas passou a ser de 9,224 milhões, o que correspondeu a 483 mil pessoas a mais em busca de um emprego. Segundo a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, apesar desse recuo, o IBGE destacou que em todos os trimestres encerrados em fevereiro (exceto 2022) o desemprego costuma aumentar, o que pode, então, refletir um período de sazonalidade. “É importante aguardar os próximos resultados para confirmar se acontecerá (ou não) um arrefecimento maior no mercado de trabalho", mencionou Vasconcelos. Se comparado ao trimestre móvel encerrado em novembro de 2022, o total de desocupados cresceu 5,53%. Já em relação ao trimestre de dezembro de 2021 a fevereiro de 2022, houve um recuo de 23,2%, ou seja, menos 2,792 milhões de pessoas à procura de uma colocação. De acordo com a pesquisa do IBGE, o rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas passou a ser de R$ 2.853,00 no trimestre encerrado em fevereiro deste ano e ficou relativamente estável em relação ao trimestre anterior (R$ 2.835,00). As projeções para o desempenho da economia brasileira sinalizam que ela continuará crescendo em 2023, mas em patamar menos expressivo do que o registrado no ano anterior. A pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central estimativa, em 24/03/23, alta de 0,90% para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil nesse ano. Conforme a PNAD Contínua, o número de ocupados na Construção Civil foi de 7,224 milhões, no trimestre até fevereiro de 2023, o que significa que o setor perdeu 159 mil ocupações em relação ao trimestre móvel imediatamente anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior observou-se relativamente estabilidade. Vasconcelos destaca que o mês de dezembro também é considerado sazonal para a construção, e sempre ocorre queda em seu mercado de trabalho. Assim como que os dados da PNAD Contínua envolvem o mercado de trabalho formal e informal. Dados do novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho, revelaram que, no primeiro bimestre de 2023, o setor foi responsável pela criação de 60.594 novos empregos no País. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/desemprego-volta-a-aumentar-no-pais/
- Caminhos para a produtividade na construção serão debatidos no ENIC
Produtividade na construção será um dos principais temas em debate pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) dentro do 96º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que acontecerá entre os dias 11 e 14 de abril na São Paulo Expo. Os caminhos para a industrialização e produtividade nas habitações de interesse social (HIS) serão o foco de um dos painéis. A discussão será em torno das principais iniciativas de estímulo à industrialização da construção, com o intuito de reduzir o tempo de construção, os custos e aumentar a produtividade nas obras de HIS. O painel contará com a participação do presidente da CBIC, José Carlos Martins. Outro tema que tem sido destaque dentro do setor e integra a programação do ENIC trata da industrialização da construção voltada aos ganhos de produtividade e eficiência. O uso intensivo de máquinas e equipamentos na construção civil tem se mostrado uma importante ferramenta para aumentar a produtividade e a eficiência nas obras, por isso, outro painel abordará a temática para que os especialistas no assunto possam discutir “Como o uso intensivo de máquinas e equipamentos afeta a produtividade das obras”. Os painéis contarão com a participação de especialistas em construção, engenharia, tecnologia e outros campos relacionados, que irão compartilhar suas experiências e conhecimentos para impulsionar o setor. O evento deve reunir empresas, instituições e profissionais de todo o país, possibilitando um amplo debate e troca de informações. Confira a programação da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) no ENIC: 16h – Caminhos para Industrialização: Produtividade em HIS José Carlos Martins, presidente da CBIC; Igor Calvet, presidente da ABDI; Ubiraci Espinelli, diretor da produtime e consultor de projeto; Leila Sobral, gerente de projeto; 17h – Como o uso intensivo de máquinas e equipamentos afeta a produtividade das obras Rafael Valadares, diretor de engenharia técnica da Direcional Engenharia; Ubiraci Espinelli, diretor da produtime; Representante da Orguel, empresa que oferece soluções de engenharia; Marcus Palanca, direto comercial da Forsa S.A. 18h – Industrialização da Construção: Ganhos de produtividade e eficiência Jorge Dantas, presidente do Inovacon-CE; Paulo Oliveira, diretor executivo da Aratau Construção Modular; Luiz Henrique Manetti, gerente nacional de vendas da Ceramfix; O 96º Enic é realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), conta com a parceria da FEICON; o apoio do Sesi e do Senai; e tem o patrocínio do Sebrae, Mútua, Zigurat, Totvs, Mais Controle, CV, Sienge, Orçafascio, Kone, PhD Engenharia, Alto QI, Acate e Ingevity. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/caminhos-para-a-produtividade-na-construcao-serao-debatidos-no-enic/
- PROJETO LEVA DEBATE SOBRE SAÚDE E SEGURANÇA PARA TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO NOS CANTEIROS DE OBRAS
Debater questões a respeito de saúde e segurança com os trabalhadores da construção nos canteiros de obras da Região Metropolitana de Belém, está entre as iniciativas do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA), que lança nesta quinta-feira, 23, o novo módulo do projeto mais longevo da entidade, o “Construindo Mais Cidadania”, com o tema: Trabalho Seguro na Indústria da Construção. O lançamento do novo módulo, que será realizado em parceria com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) e a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Pará (SRTE-PA), ocorrerá no canteiro Way Batista Campos, obra da empresa associada ao Sindicato, Servmix, e contará com a presença do presidente do Sinduscon-PA, Alex Carvalho, diretores da entidade patronal e de representantes das instituições apoiadoras, onde haverá uma palestra com o chefe de fiscalização da SRTE-PA, Jomar Lima, que abordará normas e regras, relações de trabalho e outras questões necessárias para o funcionamento de uma obra. Para Alex Carvalho, a iniciativa visa reforçar aquilo que o Sindicato já realiza há anos por meio de outras campanhas desenvolvidas em prol de um ambiente laboral cada vez mais adequado e seguro para o trabalhador da construção. “O lançamento do novo módulo é mais uma ação pensada em conjunto com os parceiros, para levar maior segurança e proteção aos trabalhadores do setor que atuam nos canteiros das nossas empresas associadas, atitude essa que reforça práticas passadas realizadas em outros módulos do Construindo Mais Cidadania, como a campanha “Juntos Por Mais Empregos”, que proporcionava palestras, atividades de ginástica laboral, cursos gratuitos e suporte técnico para a contratação de novos colaboradores; ou a “Com Cuidado se Constrói”, que levava orientações sobre a contaminação, sintomas, medidas de prevenção e informações de vacinação para COVID-19”, explicou o líder sindical patronal. O Construindo Mais Cidadania Criado em julho de 2011, o “Construindo Mais Cidadania”, antigo “Construção Saudável +”, é um projeto de amplo valor social desenvolvido pelo SINDUSCON-PA e que atende, de forma inédita e exclusiva, trabalhadores do setor no âmbito da saúde e qualidade de vida. O projeto, ao longo de seus 11 de atuação, já alcançou mais de 54 mil profissionais e, por tantos feitos à sociedade, a iniciativa recebeu indicação ao prêmio de Responsabilidade Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e Prêmio Estadual de Sustentabilidade, conferido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), devido a sua relevante importância e por disseminar orientações preventivas na área de saúde e do comportamento social, no qual consolida um verdadeiro legado de cidadania no estado do Pará. Por Adriano Cardoso Assessoria de Comunicação Sinduscon Pará
- Sinduscon Pará leva debates sobre habitação de interesse social e alto padrão
O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), representado pelo seu presidente, Alex Carvalho, participou neste sábado, 18, de um dos eventos mais expressivos do mercado imobiliário no país, o Imob Experience, realizado no Hangar Centro de Convenções, em Belém. O encontro dos maiores players do segmento, que teve como objetivo debater as atuais questões e apresentar as novas oportunidades a respeito do mercado imobiliário, contou com a participação especial dos nossos diretores, em especial os dirigentes Ubirajara Marques e Leopoldo Couceiro, empresários com significativa notoriedade e importância no setor. Durante a programação os dirigentes patronais, mais uma vez, elevaram o nome da Entidade e de suas respectivas empresas, onde abordaram temáticas que apresentaram novidades e reflexões desde os programas de Habitação de Interesse Social (HIS), até empreendimentos de alto padrão, além das questões burocráticas urbanísticas que influenciam diretamente no andamento das obras e, consequentemente, no maior desenvolvimento do setor. Participaram também dos debates a respeito do mercado de imóveis, o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresa do Mercado Imobiliário do Pará (Ademi-PA), Albino Vieira, que também é sócio-diretor da associada ao Sindicato, Quanta Engenharia; o superintendente do Banpará, Daniel Bendelak; e o secretário da Secretaria Municipal de Urbanismo de Belém, Deivison Alves. Por Adriano Cardoso Assessoria de Comunicação Sinduscon Pará
- Sinduscon Pará visita as instalações da nova indústria do cimento em Ananindeua
Visitar a construção de uma fábrica de cimento no Distrito Industrial de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém (RMB), estava na agenda do “Sinduscon Visita” desta sexta-feira, 18, que foi conhecer de perto às obras da Mizu Cimentos, empresa pertencente à Polimix Concreto. O Presidente do Sinduscon Pará, Alex Carvalho, acompanhado do presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (CODEC), Lutfala Bitar; do secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Carlos Ledo; do vice-presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), José Maria Mendonça; e pelo gerente da Companhia Docas do Pará (CDP), Ricardo Medina, percorreu a área da nova indústria do cimento, com previsão para iniciar as operações em março de 2023. O empreendimento, implantado em uma área de 67,9 mil m², está sendo construindo pela empresa associada ao Sindicato, Eunos Inteligência de Obra, representada pelo sócio Nelson Linhares, que guiou junto com a sua equipe os participantes durante a visita técnica. Localizada em uma área estratégica, próximo ao Rio Maguari, a fábrica poderá escoar a produção tanto por via terrestre, quanto fluvial, facilitando a logística e fazendo com que o produto chegue ao destino final da maneira mais viável possível. Emprego Sabe-se que a indústria da construção é um dos pilares da economia e, para cada obra, move junto com ela outros 97 segmentos, gerando empregos diretos e indiretos. Só na instalação da nova fábrica, mais 1000 novos postos de trabalhos foram gerados, sendo 398 voltados para a construção civil. Construção Civil Para Nelson Linhares, a obra vai aumentar a oferta facilitar o acesso a um material essencial para construção civil, gerando emprego e renda para a população. “A obra conta atualmente com mais de mil funcionários e atinge todo uma cadeia de suprimentos, alimentação, transporte de materiais e, sem dúvidas, o apoio do Sinduscon nesse aspecto é maravilhoso, nós como associado somos parte importante e procuramos sempre representar nossa engenharia da melhor forma, trazendo nossa experiência para realizar um projeto desse porte”, comentou o construtor. Para Alex Carvalho, a fábrica será mais um impulsionador da economia e do setor no estado, contribuindo, ainda mais, para o aumento da empregabilidade na região e, consequentemente, levando qualidade de vida para muitos. “Isso mostra o quanto que a sociedade paraense deseja a ampliação de oferta de um insumo – o cimento – fundamental para a atividade da indústria da construção, mas acima de tudo registrar que temos uma indústria que chegou na região e priorizou as demandas sejam de obras e serviços em engenharia com empresas locais, trazendo maior desenvolvimento, com a implantação de uma indústria 4.0 e as melhores práticas de sustentabilidade ambiental e produtividade” disse Alex Carvalho.
- PROGRAMA SENAI QUALIFICA – CONSTRUÇÃO CIVIL TERÁ TURMAS EM SANTARÉM
Depois do grande sucesso em Belém, o SENAI Pará, em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), lança novas turmas do Programa SENAI Qualifica – Construção Civil, desta vez no município de Santarém. As inscrições ocorrem de 04 a 14 de outubro, na sede do SENAI Santarém (Av. Curuá Una, 249, bairro Prainha, entre as ruas Marechal Rondon e Presidente Vargas) ou pelo WhatsApp da unidade: (93) 3523-5198. São ao todo 120 vagas, 30 para cada turma, nos cursos de Pedreiro de Alvenaria, Eletricista Predial, Instalador Hidráulico e Serralheiro de Alumínio. As aulas se iniciam dia 17 de outubro de 2022 e a seleção dos alunos será por ordem de inscrição. Os cursos têm carga horária total de 220 horas. Para participar das capacitações, o interessado deve ser maior de 18 anos e ter o Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) como escolaridade mínima. Todos os cursos são gratuitos e ao final o aluno recebe um certificado com qualidade SENAI de Educação Profissional. O Programa SENAI Qualifica – Construção Civil visa formar, de maneira gratuita, profissionais em várias áreas da Construção Civil, setor que vai demandar mais de 33 mil qualificações em formação inicial e continuada nos próximos três anos no Pará, segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, do Observatório Nacional da Indústria. “O SENAI Pará é o maior parceiro da indústria no Estado. Essas turmas em Santarém serão importantes para fortalecer cada vez mais a Construção Civil no município, formando profissionais capacitados para atender as indústrias do setor”, afirma Dário Lemos, diretor regional do SENAI. “Apesar dos obstáculos enfrentados diariamente, a Indústria da Construção tem crescido e mostrado, cada vez mais, a sua força e importância para a economia, com uma necessidade expressiva de profissionais qualificados para suprir a alta demanda do mercado no Pará. Tenho certeza de que após o sucesso do Programa em Belém, Santarém não será diferente, principalmente por ser uma das regiões do estado com grande potencial de desenvolvimento”, comenta o presidente do Sinduscon-PA, Alex Carvalho. Belém - As aulas do programa em Belém se iniciaram em agosto. Foram ofertadas turmas nos cursos de Pintor de Obras Imobiliárias, Pedreiro de Alvenaria, Eletricista Predial e Instalador Hidráulico Predial, cujo término está previsto para ocorrer em novembro. Em breve, serão ofertadas novas turmas na capital.
- Como a construção civil pode minimizar os impactos ambientais?
Ao celebrar nesta quinta-feira, dia 16 de março, o Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) provoca a cadeia produtiva do setor à seguinte reflexão: Como a construção civil pode minimizar os impactos ambientais? Como sabemos, o cenário das mudanças climáticas é uma preocupação mundial. De acordo com o Centro de Pesquisas de Epidemiologia dos Desastres (CRED), sediado na Bélgica, as enchentes representam o principal tipo de desastre no planeta, afetando cerca de 29 milhões de pessoas e causando perdas econômicas de U$ 74,4 bilhões. Infelizmente, o Brasil acompanha o cenário mundial. A recente tragédia no litoral norte de São Paulo, provocada pelas fortes chuvas, confirma esse estudo. E tudo isso tem a ver com as medidas que o setor pode adotar, como o uso de novas tecnologias que trazem soluções mais resilientes para evitar desastres naturais e minimizar os prejuízos humanos e materiais. A CBIC reforça que a construção civil caminha junto com a sustentabilidade e convida o setor a propagar essa ideia. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/como-a-construcao-civil-pode-minimizar-os-impactos-ambientais/
- Radar trabalhista: Brasil gerou mais de 80 mil empregos formais em janeiro
Em janeiro, o Brasil gerou 83.297 de empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante coletiva, na última quinta-feira (9). O aumento foi verificado, principalmente, nas atividades de serviços, construção, indústria e agricultura. O saldo de postos de trabalhos foi positivo em dezessete das vinte e sete unidades da federação. A cidade de São Paulo, em maior destaque, gerou 18.663 postos (+0,14%), principalmente no setor da indústria (+17.772) e construção civil (+15.363). Em Santa Catarina, foram 15.727 postos (+0,67%) de trabalho gerados, enquanto no Mato Grosso, chegou a 13.715 (+1,64%). O setor da construção ficou com saldo positivo de 38.695 postos formais de trabalho, seguido apenas do setor de serviços, que apresentou saldo de 40.686 postos formais de trabalho. Para saber mais, acesse essa e outras notícias relacionadas à área trabalhista, além de uma seleção de decisões publicadas por Tribunais Superiores, Executivo, Ministério Público do Trabalho e Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, no Radar Trabalhista nº 0293/2023 da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) de 06/03 a 10/03/2023. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/radar-trabalhista-brasil-gerou-mais-de-80-mil-empregos-formais-em-janeiro-3/
- Apesar de crescimento tímido, mulheres conquistam espaço na construção
Apesar dos desafios que persistem no mercado de trabalho, as mulheres vêm ganhando espaço, cada vez mais, em atividades econômicas antes dominadas por homens. Embora tímido, esse movimento é perceptível em áreas profissionais da construção civil. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgada pelo Ministério do Trabalho, em 2010, 7,8% dos trabalhadores formais do setor eram mulheres, cerca de 207 mil em um universo de 2,6 milhões de profissionais. Em 2021, 10,85% da força de trabalho da construção era do público feminino, 251 mil mulheres em um total de 2,3 milhões. Um dos principais entraves na participação feminina no setor, destacou Ana Cláudia Gomes, presidente da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), é o impacto financeiro nas empresas que precisam adequar o canteiro de obras para receber essas profissionais. “Uma questão que é levantada por muitas empresas é sobre o dimensionamento das áreas de convivência nos canteiros. Elas começam a considerar o custo em ter que dobrar espaços como banheiros e vestiários, por exemplo. O que pode se tornar inviável para empresas menores”, explicou. Ana Cláudia destacou, contudo, que o número deve crescer de forma mais consistente nos próximos anos considerando fatores como o aumento da participação das mulheres nos cursos de engenharia. “A força produtiva no país é composta por mais de 50% de mulheres. Essa mulher precisa ser incluída na nossa indústria”, destacou. Mapeamento realizado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) entre 2020 e 2022 mostrou que há mais de um milhão de engenheiros registrados no Brasil, dos quais apenas 211 mil são mulheres. Uma delas é Célia Catussi, que desbravou o universo predominantemente masculino e é a primeira mulher a comandar o Sinduscon Paraná Norte, em Londrina (PR), associado à CBIC. Desde que assumiu a gestão, este ano, a engenheira vem atuando para capacitar a mão de obra, principalmente das mulheres. O Sinduscon realiza cursos de formação em áreas como hidráulica, alvenaria e acabamento para azulejos e pisos. De acordo com a presidente, 50% dos estudantes formados eram mulheres. “A gente está conseguindo ser atrativo para a mulher no mercado”, destacou. Célia aposta que o setor vem absorvendo, cada vez mais, profissionais qualificados, independente do gênero. “Noto uma maior maturidade da sociedade, que vai mudando ano após ano. O setor está forte e aberto para profissionais mulheres e tem valorizado cada vez mais sua capacitação e habilidade”, contou. Também à frente de um dos sindicatos associados à CBIC está Maria Inês Menegotto, que trabalha na construção civil há 32 anos. Arquiteta, Maria Inês é a primeira gestora do Sinduscon Caxias do Sul e iniciou seu mandato este ano. Para Maria Inês, vem acontecendo uma mudança gradativa na construção civil, agregando mais força de trabalho feminina. “Realmente o mundo da construção civil é um mercado masculino. É naturalmente entendido como um espaço dos homens. Essa é uma realidade que enfrentamos desde a nossa formação. Quantas mulheres mudaram de curso, saíram da engenharia mecânica, da engenharia civil, por se sentirem minoria, por ser uma dentre tantos homens. Mas não é preciso se intimidar. Sempre fui executora de obras, fiz mais de 250 mil m2 de obras sobre minha responsabilidade. Somos conhecedoras e trabalhamos sempre com afinco”, disse. Elissandra Candido Silva foi a primeira mulher a assumir uma das entidades associadas à CBIC. Comanda o Sinduscon Sul Fluminense, no Rio de Janeiro, desde 2021, e apontou o desafio de estar em um cargo de liderança em um setor ainda masculino. “Foram grandes os desafios para me posicionar. Um dos maiores desafios enfrentados foi a autocapacitação para que eu estivesse, a cada dia, mais habilitada para exercer minha função como presidente. Mas as mulheres têm um perfil mais integrativo e minha gestão tem sido nessa direção, compartilhada, participativa e integrativa. E temos tido muitos avanços”, disse. A Associação das Construtoras do Vale do Paraíba também conta com uma mulher à frente da gestão. Maria Rita Singulano é a primeira presidente da entidade. Maria Rita acumula pioneirismo, foi também a primeira mulher a assumir o cargo de secretária de Obras e Habitação da Prefeitura de São José dos Campos (SP) e destacou a importância de incentivar a participação feminina no mercado e em postos de liderança. “Cada vez que nós [mulheres] assumimos um cargo de chefia, outras mulheres notam que são capazes de assumir e muitas, que estão se empenhando para isso, se sentem mais fortes para lutar pelo cargo e posição que ambicionam”, disse. Ieda Vasconcelos é outra personagem que contribui com o dia a dia da indústria da construção. Economista, Ieda é referência para dados e projeções do setor. Há 37 anos dedicada à construção, a economista destaca nunca ter se sentido preterida por ser mulher. “Durante todo esse tempo, me sinto lisonjeada. Infelizmente, sabemos que em várias categorias isso não é o comum no Brasil, mas meu trabalho sempre foi muito bem recebido”, disse. Para ela, o maior desafio é a responsabilidade de trabalhar em um setor tão importante para a economia brasileira. “Para vencer esse desafio, foi preciso muito estudo e constante atualização. Minha trajetória tem me tornado cada vez mais capacitada para exercer essa função de ser a economista referência do Sinduscon-MG e da CBIC, a maior entidade representativa no setor do país”, disse. Ações e desafios A diferença salarial é um desafio ainda apontado pelas mulheres no mercado de trabalho. Ana Cláudia Gomes apontou a ação da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC para incentivar mudanças e preparar as empresas para receber e fomentar o crescimento profissional das mulheres. “É uma mudança cultural. Esse tem sido nosso desafio e é o que temos mostrado para as empresas”, apontou. A CRS prevê o lançamento de uma cartilha sobre diversidade e inclusão, a realização de trabalhos de qualificação de mulheres para a participação em cargos de liderança e a realização de pesquisa sobre a força de trabalho no setor, com o recorte na força de trabalho feminina. “Queremos fornecer aos nossos associados e empresas informações relevantes que possam ser utilizados nos seus negócios. A CBIC tem o compromisso de auxiliar o ingresso e o crescimento dessa mulher na nossa indústria. Nós queremos, realmente, ser uma indústria cada vez mais desejada e onde essa mulher seja acolhida, recebida e que tenha a oportunidade de crescimento”, concluiu. Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/apesar-de-crescimento-timido-mulheres-conquistam-espaco-na-construcao/












