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- Edital de Convocação Assembleia Geral Ordinária
O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON-PA) realizará, no próximo dia 15 de maio de 2026, Assembleia Geral Ordinária para apreciação, discussão e aprovação das contas da entidade referentes ao exercício financeiro de 2025. A reunião acontecerá às 18h30, na sede do sindicato, localizada na Travessa Quintino Bocaiúva, nº 1588, 1º andar, Bloco B, em Belém. A Assembleia será instalada em primeira convocação com a presença de 50% dos associados em pleno gozo de seus direitos políticos e, em segunda convocação, meia hora após, com qualquer número de presentes, conforme previsto no Estatuto Social da entidade.
- Novas regras do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor e ampliam acesso ao crédito
Foto: Baeta As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) começaram a valer nesta quarta-feira (22), com a ampliação dos limites de renda das famílias e do valor máximo dos imóveis financiados. A medida reposiciona o programa e amplia o acesso ao crédito habitacional, especialmente para a classe média. Com as mudanças, o MCMV passa a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil e imóveis de até R$ 600 mil. A operação com as novas condições já ocorre pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. “A readequação das faixas do MCMV são importantes para o setor, pois possibilita uma redução das taxas de juros dos financiamentos para as faixas do programa. A mudança no limite máximo dos valores também permite maior acesso ao programa e maior poder de escolha dos consumidores”, Clausens Duarte, vice-presidente de habitação de interesse social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). As faixas de renda também foram atualizadas. A faixa 1 contempla famílias com renda de até R$ 3,2 mil; a faixa 2 vai até R$ 5 mil; a faixa 3, até R$ 9,6 mil; e a faixa 4, criada recentemente, passa a incluir rendas de até R$ 13 mil. Para financiamento, o valor máximo dos imóveis chega a R$ 400 mil na faixa 3 e R$ 600 mil na faixa 4. As mudanças foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS e contam com recursos do Fundo Social, com cerca de R$ 31 bilhões destinados ao programa. A estimativa do governo é ampliar o alcance da política habitacional, com impacto direto no número de famílias atendidas e na oferta de crédito. FONTE: AGÊNCIA CBIC
- ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA ELEIÇÃO
Atenção, associados! O Sinduscon-PA realizará, no dia 15/05, a próxima eleição do novo comitê de diretores e conselheiros da entidade, que exercerão as funções no triênio 2026/2029. A votação acontecerá na sede do sindicato, e os representantes das empresas regularmente associadas deverão comparecer ao local portando documento de identificação com foto para votar. Nos casos em que o representante legal da empresa não possa participar, também será possível votar por procuração, desde que o procurador apresente o documento. Não deixe de fazer parte deste momento! Informações: (91) 98162-1664 / (91) 98162-1663 secretaria@sindusconpa.org.br
- Hydro desenvolve tecnologia e doa rejeito de bauxita para produção de concreto sustentável
Uma tecnologia desenvolvida pela Mineração Paragominas, da Hydro, tem contribuído para a redução das emissões de carbono na construção civil ao transformar rejeito de bauxita em matéria-prima para a produção de concreto sustentável. Além do avanço tecnológico, a iniciativa se destaca pela destinação social do material, que é doado para obras e projetos de interesse público no município de Paragominas. A inovação permite a substituição de até 35% do cimento convencional por rejeito de bauxita, mantendo o desempenho estrutural do concreto e atendendo às normas técnicas brasileiras. O rejeito utilizado é um material inerte e seguro, cuja aplicação apresenta pegada de carbono praticamente nula, o que reduz diretamente as emissões associadas ao uso do cimento — um dos principais responsáveis pela geração de CO₂ no setor da construção. A cada tonelada de cimento substituída, estima-se a redução de uma tonelada de CO₂. Os estudos comprovaram que o material apresenta resistência e durabilidade adequadas, possibilitando sua aplicação na fabricação de diversos elementos construtivos, como blocos de pavimentação, cobogós, bancos, meio-fio, calhas e outros pré-moldados. A solução é resultado de pesquisas realizadas em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e com a Alunorte, refinaria de alumina da Hydro localizada em Barcarena (PA). Atualmente, a produção ocorre em uma fábrica parceira instalada em Paragominas. Além de promover a economia circular, a iniciativa tem foco no desenvolvimento regional. O material produzido a partir do rejeito de bauxita não é comercializado, sendo integralmente doado para apoiar obras de infraestrutura e projetos comunitários. Até o momento, mais de 40 mil blocos de concreto sustentável já foram utilizados em intervenções no Parque Ambiental de Paragominas e em projetos sociais, cobrindo uma área aproximada de 2.250 m². A tecnologia integra um conjunto mais amplo de soluções adotadas pela Hydro para a gestão de rejeitos da mineração. Desde 2020, a empresa opera em Paragominas com a metodologia Tailings Dry Backfill, que elimina a necessidade de novas barragens ao destinar o rejeito para cavas exauridas. Paralelamente, os investimentos em pesquisa têm viabilizado a transformação desse material em subprodutos de valor, com potencial de aplicação em outras operações de mineração no Brasil e no exterior. Fonte: Site da Hydro
- Uma nova chance de crescer na construção: conheça o Plano Nacional de Capacitação da Construção Civil
Aprender e crescer profissionalmente dentro do próprio local de trabalho já é uma realidade para quem atua na construção civil. O Plano Nacional de Capacitação da Construção Civil (PNCCC), desenvolvido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com o SENAI, oferece formação gratuita e certificada para trabalhadores de todo o país que desejam se aperfeiçoar e conquistar novas oportunidades no setor. Com metodologia voltada para a prática, os cursos são realizados no próprio canteiro de obras, ministrados por docentes do SESI ou multiplicadores. O formato permite que o participante aprenda enquanto trabalha, aplicando os conhecimentos no dia a dia da função. Entre as opções disponíveis estão os cursos de pedreiro de acabamento e revestimento, pedreiro de alvenaria, carpinteiro de obras e armador de ferragem. Cada formação tem duração média de três meses, com duas horas diárias de aprendizado, sendo uma durante a jornada de trabalho e outra no contraturno, de forma voluntária. O aprendizado é prático e imediato, favorecendo o crescimento profissional e a valorização no mercado. Como a capacitação acontece no próprio local de trabalho, há melhor aproveitamento do tempo e redução da necessidade de deslocamentos. Além disso, o formato é flexível, unindo teoria e prática por meio de videoaulas, materiais digitais e exercícios em situações reais de obra. Podem se inscrever trabalhadores empregados na construção civil, preferencialmente os que estão iniciando na função, e de baixa renda mediante autodeclaração, conforme o Decreto nº 6.635/2008. É necessário também o comprometimento com uma hora diária voluntária de dedicação ao curso. Os participantes recebem certificação do SENAI, reconhecida em todo o Brasil, ampliando suas chances de empregabilidade e crescimento profissional. Clique aqui para saber mais e participar.
- CBIC participa da Convenção Secovi-SP e destaca papel da construção civil para o país
Os desafios do mercado imobiliário brasileiro, embora variem em intensidade conforme a região, apresentam pontos comuns que exigem a construção coletiva de soluções. Esse foi o tom do painel “Cenário imobiliário nacional: regiões diferentes, desafios iguais?”, realizado nesta quarta-feira (20) durante a Convenção Secovi-SP, em São Paulo. O painel teve como âncora Renato Correia, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), e contou ainda com as participações de Diego Villar (CEO da Moura Dubeux), Fernando Fabian (diretor-geral da Plaenge) e Tony Couceiro (co-CEO da Quadra Engenharia). Juntos, os líderes do setor discutiram obstáculos estruturais, como escassez de mão de obra, custo do crédito, insegurança jurídica e necessidade de modernização tecnológica. Panorama regional e desafios estruturais Em sua exposição inicial, Renato Correia apresentou um panorama das regiões brasileiras, destacando diferenças de população, renda e desempenho no programa Minha Casa, Minha Vida. Para ele, apesar da diversidade, os gargalos do setor se repetem em todo o país. “O nosso mercado sempre foi desafiador, mas agora temos novas variáveis e uma incerteza que antes não existia. Apesar disso, há uma certeza: nós vamos passar. Vamos entregar as habitações e a infraestrutura de que o país precisa, porque o emprego e o consumo saem muito da construção civil”, afirmou. O presidente da CBIC também defendeu que o setor avance na redução de prazos de aprovação e execução de projetos como forma de mitigar riscos e ampliar a eficiência. “Se trabalharmos juntos para diminuir os prazos, ficaremos sujeitos a menos riscos e poderemos entregar um produto melhor à sociedade”, ressaltou. Visões regionais Na sequência, Diego Villar apresentou o panorama do Nordeste, ressaltando que a região vem operando com oferta abaixo da demanda há mais de uma década, o que pressiona preços e resulta em um dos maiores índices de velocidade de vendas do país. “Temos um mercado claramente subofertado e, ao mesmo tempo, dificuldade para contratar mão de obra formal, já que muitos trabalhadores optam por se manter na informalidade ou no recebimento de benefícios sociais”, explicou. Fernando Fabian, ao falar sobre o Sul, relatou os efeitos distintos da conjuntura nos três estados. Enquanto o Rio Grande do Sul enfrenta queda nos lançamentos e dificuldades após as enchentes, Santa Catarina vive expansão acelerada, impulsionada pela atração de novos moradores e projetos urbanísticos. O Paraná, segundo ele, mantém crescimento moderado, mas enfrenta a pressão dos custos e margens mais apertadas. Já Tony Couceiro, do Pará, listou os entraves mais críticos do Norte, como a ausência de indústrias voltadas à construção, o peso do frete no custo final e a defasagem de índices como o INCC, que não consideram realidades regionais. Ele destacou ainda a dificuldade de aprovar projetos e a falta de renovação da mão de obra. “Nossas equipes estão envelhecendo, e muitos trabalhadores preferem atuar na informalidade, o que compromete a renovação do setor”, alertou. Caminhos coletivos Apesar das especificidades, o debate convergiu para a necessidade de atuação conjunta das empresas e entidades setoriais. Para Renato Correia, a cooperação institucional é o caminho para enfrentar os gargalos históricos e garantir que a construção civil siga cumprindo seu papel no desenvolvimento do país. “Se fosse apenas pela margem de lucro, muitos desistiriam. O que nos move é a responsabilidade de entregar habitação e infraestrutura, melhorar a vida das pessoas e gerar emprego e consumo para o país. Esse é o propósito que nos faz acordar cedo todos os dias”, concluiu o presidente da CBIC. FONTE: Agência CBIC
- CBIC anuncia Fernando Guedes como primeiro presidente-executivo da entidade. Movimento marca novo ciclo de profissionalização e modernização da Câmara Brasileira da Indústria da Construção
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, anunciou nesta quinta-feira (11/06), durante reunião do Conselho de Administração realizada em Curitiba, a criação e ocupação formal do cargo de presidente-executivo da entidade. O nome aprovado por unanimidade para assumir a função foi o de Fernando Guedes, atual vice-presidente Jurídico da CBIC, em um movimento que reforça o compromisso da organização com a modernização da sua gestão e a ampliação da sua atuação institucional. Previsto no Estatuto da CBIC desde 2020, o cargo de presidente-executivo passa agora a ser efetivamente implementado. A iniciativa busca equilibrar a intensa agenda institucional da entidade com uma estrutura executiva mais ágil, capaz de dar suporte técnico e operacional à presidência e ao Conselho de Administração. A mudança segue a tendência de profissionalização já adotada por diversas organizações representativas do setor produtivo no Brasil. “Idealmente, deveria ser alguém que conhecesse o modus operandi da CBIC, que fosse um de nós, com trânsito político e de total confiança. E o Fernando atende a todos esses pontos, por isso temos a satisfação de anunciá-lo para esta nova função dentro da entidade, que visa adequá-la para este novo momento”, destacou o presidente da CBIC, Renato Correia, ao apresentar o nome ao Conselho. A escolha de Fernando Guedes foi aprovada de forma unânime e comemorada pelos conselheiros como um passo decisivo para ampliar a eficiência e a representatividade da CBIC, que foi fundada há 68 anos. “Fico muito feliz com essa aprovação. Vamos fazer um trabalho ainda melhor com essa profissionalização da entidade, que merece uma gestão estruturada e voltada para resultados. Nosso foco continuará sendo atender às empresas, apoiando o ambiente de negócios e a geração de empregos”, afirmou Fernando Guedes em sua primeira fala após a nomeação. Com a mudança, a CBIC adotará um modelo de cogestão, em que a presidência institucional e a executiva atuarão de forma integrada, garantindo maior capacidade de resposta às demandas do setor e mais eficiência na execução de projetos estratégicos. Além da formalização do novo cargo, a reunião do Conselho abordou outros temas prioritários, como os efeitos da reforma tributária, as novas portarias do Minha Casa, Minha Vida e o fortalecimento da agenda internacional da CBIC com vistas à COP30. Sobre Fernando Guedes Fernando Guedes Ferreira Filho é advogado com atuação nos setores da construção civil e do mercado imobiliário. É sócio do escritório Guedes Ferreira Advogados, sediado em Belo Horizonte (MG). Na CBIC desde 2017, é o atual vice-presidente da Área Jurídica e presidente do Conselho Jurídico da entidade (CONJUR/CBIC) e também já presidiu a Comissão de Políticas de Relações Trabalhistas (CPRT). Também integra o Conselho Temático de Assuntos Tributários e Fiscais da Confederação Nacional da Indústria (Contrif/CNI) e é assessor jurídico do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). Foi membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura de Belo Horizonte (CART-BH), além de ser autor de artigos jurídicos e professor universitário. FONTE: Agência CBIC
- Mercado Imobiliário da Região Metropolitana de Belém é Retratado em Censo Inédito de 2025
O Sinduscon-PA, em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, divulgou os resultados do 28º Censo Imobiliário de Belém e Ananindeua e do 1º Censo Imobiliário de Marituba, com dados atualizados do primeiro trimestre de 2025. O levantamento traça um panorama detalhado do mercado imobiliário residencial e comercial na Região Metropolitana de Belém, revelando tendências, tipologias e padrões de consumo que marcam o atual cenário da construção civil. Belém: Verticalização em alta e oferta de médio padrão Na capital paraense, foram identificados 66 empreendimentos residenciais verticais, com um total de 7.168 unidades lançadas, das quais 1.816 permanecem em comercialização, representando uma disponibilidade de 25,3%. Os empreendimentos de padrão Médio, Compacto e Standard concentram 74,4% da oferta lançada (5.332 unidades) e 71,8% da oferta final (1.301 unidades). O padrão Super Luxo representa a menor participação, com apenas 2 empreendimentos, totalizando 62 unidades lançadas, sendo 21 disponíveis. Além dos verticais, Belém conta com 10 empreendimentos horizontais, divididos em: 4 de lotes em condomínio (1.025 unidades lançadas / 166 unidades em oferta final); 5 de casas em condomínio (745 lançadas / 173 em oferta final); 1 loteamento aberto (2.850 lançadas / 53 em oferta final). A tipologia predominante nos imóveis verticais são os apartamentos de 2 e 3 dormitórios, que somam 70,8% da oferta lançada (5.077 unidades) e 69,3% da oferta final (1.259 unidades). A menor oferta é para imóveis de 4 dormitórios, com 667 unidades lançadas e 201 disponíveis. O preço médio do metro quadrado privativo dos empreendimentos em comercialização em Belém é de R$10.850,00. Os imóveis de 2 dormitórios estão abaixo dessa média (em cerca de 21%), enquanto os de 4 dormitórios lideram os valores, com média de R$13.843,00/m², seguidos pelos de 1 dormitório (R$12.488,00/m²). Já entre os padrões, os empreendimentos Compacto, Luxo e Super Luxo apresentam preços superiores à média da cidade. Mercado Comercial: Redução de novos lançamentos No segmento comercial de Belém, foram mapeados 5 empreendimentos em comercialização, com 1.012 unidades lançadas, das quais 119 estão disponíveis para venda. O padrão Standard se destaca, com 3 empreendimentos, 503 unidades lançadas (49,7% do total) e apenas 9 unidades de estoque. Nos últimos anos, houve forte oscilação no número de lançamentos comerciais. Os anos de 2018, 2021, 2022, 2023 e 2024 não registraram lançamentos nesse segmento. O preço médio do metro quadrado dos empreendimentos comerciais em Belém é de R$12.577,00, com área média de 38 m². O Cluster 2 concentra 4 dos 5 empreendimentos comerciais, com 802 unidades lançadas e preço médio de R$13.648,00/m². Clusters e Preços: Onde Está o Maior Valor de Mercado No mercado residencial vertical, o Cluster 2 concentra a maior oferta de unidades: 40 empreendimentos e 3.481 unidades lançadas, sendo o cluster com maior índice de verticalização da cidade. Em seguida, vem o Cluster 3, com 10 empreendimentos e 969 unidades lançadas, das quais 116 permanecem em estoque. O Cluster 2 também apresenta o maior valor médio por metro quadrado: R$12.659,00/m². Ananindeua: Preços mais acessíveis e forte presença horizontal Em Ananindeua, foram identificados 6 empreendimentos residenciais verticais, com 1.683 unidades lançadas e 637 unidades disponíveis, além de 15 empreendimentos horizontais, sendo: 6 loteamentos em condomínio (1.850 unidades lançadas / 206 em estoque); 9 empreendimentos de casas em condomínio (566 lançadas / 174 em estoque). O município apresenta o menor preço médio por metro quadrado da região metropolitana, com R$ 5.749,00/m² no mercado residencial vertical. Marituba: Primeiros dados oficiais do censo imobiliário Pela primeira vez, Marituba entra oficialmente na análise censitária. O levantamento identificou: 1 loteamento em condomínio com 607 unidades lançadas e 171 em estoque; 1 empreendimento de casas em condomínio, com 34 unidades lançadas e 24 disponíveis. Metodologia: Rigor e ampla cobertura A pesquisa tem caráter censitário e visa mapear 100% dos empreendimentos com unidades em oferta no ciclo primário de vendas, considerando tanto imóveis em obras quanto entregues, desde que ainda em comercialização pelas incorporadoras. A coleta dos dados se dá por meio de fontes diretas com incorporadoras, construtoras e imobiliárias, além de visitas presenciais e atendimento por telefone. A cobertura atinge cerca de 95% dos empreendimentos existentes, representando mais de 98% das unidades comercializadas. O padrão dos imóveis é classificado conforme ticket médio por empreendimento, abrangendo desde o padrão Econômico (Minha Casa Minha Vida) até o Super Luxo (ticket médio acima de R$ 2 milhões).
- Jornal da Globo destaca impacto dos juros e aposta da CBIC na nova faixa do Minha Casa Minha Vida
O Jornal da Globo destacou, na edição de quarta-feira (7), os principais desafios e perspectivas da construção civil no Brasil, com base nos dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) sobre o desempenho do setor no primeiro trimestre de 2025. A reportagem trouxe a análise do presidente da entidade, Renato Correia, sobre os efeitos da taxa de juros elevada, o custo da construção e as medidas de estímulo à habitação. A matéria apontou que, apesar de a venda de imóveis novos ter crescido 17% nos dois primeiros meses do ano, os lançamentos caíram 7% no período. Segundo o repórter, o recuo está diretamente ligado ao ambiente de juros altos, que dificulta o crédito e gera incerteza para o planejamento de novos empreendimentos. Dados apresentados pela CBIC e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que 35% dos empresários do setor apontam a taxa de juros como o principal entrave à atividade da construção civil. A reportagem também destacou que os saques da poupança superaram os depósitos em mais de R$ 34 bilhões no primeiro trimestre, valor superior ao saldo negativo registrado ao longo de todo o ano de 2024. Como a poupança é a principal fonte de financiamento habitacional do país, a retração no volume captado agrava o cenário de escassez de crédito. A matéria mostrou que os custos da construção seguem acima da inflação oficial, com alta de 7,54% no Índice Nacional da Construção Civil (INCC) nos últimos 12 meses, contra 5,48% do IPCA. Os principais responsáveis pela elevação são a mão de obra (+9,96%) e os materiais e equipamentos (+6,09%). Mesmo diante do ambiente desafiador, a CBIC mantém a projeção de crescimento de 2,3% para o setor em 2025. Segundo Renato Correia, a faixa 4 do Minha Casa Minha Vida, destinada a famílias com renda de até R$ 12 mil, pode ajudar a reverter parte dos efeitos negativos da conjuntura macroeconômica. O presidente da CBIC destacou a importância da destinação de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para a habitação de interesse social, o que possibilita a execução da nova faixa do programa. “É muito importante para o Brasil, que enfrenta um déficit habitacional de 7 milhões de moradias”, afirmou Correia. FONTE: AGÊNCIA CBIC https://cbic.org.br/deu-na-midia-jornal-da-globo-destaca-impacto-dos-juros-e-aposta-da-cbic-na-nova-faixa-do-minha-casa-minha-vida/












