BOLETIM DE ECONOMIA – Janeiro/2006

Conjuntura: Variação do IPCA de dezembro (0,36%) em relação a novembro,  leva inflação de 2005 para 5,69%, acima da meta de 5,1%.

----------O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de dezembro/05 teve uma variação menor de 0,36% quando comparado com novembro/05 que foi de 0,55%. A redução da alta nos preços dos transportes (de 0,66% em novembro para 0,24% em dezembro) e nos alimentos (0,88% para 0,27%) levou a desaceleração da taxa de crescimento do IPCA de novembro para dezembro, com este resultado o IPCA acumulou 5,69% em 2005, 1,91% abaixo do resultado de 2004, que se situou em 7,6%. ---------
----------O IPCA mede a variação da inflação na faixa de até 30 salários mínimos, sendo o indicador selecionado pelo Banco Central do Brasil para acompanhar a meta de inflação.
----------O INCC-DI (Índice Nacional da Construção Civil) de dezembro/05 teve uma variação de 0,37%, ante 0,28% do mês imediatamente anterior. Com esse resultado a variação no ano até dezembro/05  totalizou 6,84%.
----------O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), utilizado para reajustar contratos e tarifas públicas, registrou uma variação negativa de -0,01% no mês de dezembro/05,  ante uma variação de 0,40% em Novembro/05. A variação do ano atingiu até dezembro 1,21%, comparado a 12,41% de 2004, reflete a menor taxa do indicador calculado desde 1989. --------

O INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor teve uma variação de 0,40% em Dezembro/05 ante 0,54% em Novembro/05, Com esse resultado, a variação do ano alcançou 5,05% taxa inferior  aos dozes meses imediatamente anterior (6,13%)
----------

Tabela  I
Índices de Preços

  Índices

  Variação

Set/04

Out/04

Nov/04

dez/04

Jan/05

fev/05

mar/05

INCC

Índices

298,722

302,275

304,429

305,974

308,284

309,646

311,733

 

Var%mês

0,58

1,19

0,71

0,51

0,75

0,44

0,67

 

Var%ano

8,39

9,68

10,1

11,02

0,75

1,2

1,88

 

Var%12m

10,41

11,01

10,64

11,02

11,5

10,89

10,36

CUB/PA

Índices

606,1

610,4

614,93

632,58

643,78

646,08

649,59

 

Var%mês

0,34

0,71

0,74

2,87

1,74

0,36

0,54

 

Var%ano

1,46

2,18

2,93

5,89

1,74

2,13

2,69

 

Var%12m

6,5

6,3

6,05

5,89

7,76

8,95

9,03

IPCA

Índices

2.351,82

2.362,17

2.378,47

2.398,92

2.412,83

2.427,07

2.441,87

 

Var%mês

0,33

0,44

0,69

0,86

0,58

0,59

0,61

 

Var%a.a.

5,49

5,95

6,68

7,6

0,58

0,17

1,79

 

Var%12m

6,7

6,86

7,24

7,6

7,41

7,39

7,54

IGP-M

Índices

324,651

325,925

328,588

331,005

332,298

333,288

336,123

 

Var%mês

0,89

0,39

0,82

0,74

0,39

0,3

0,85

 

Var%a.a.

10,25

10,69

10,62

12,41

0,39

0,69

1,15

 

Var%12m

11,9

11,91

11,91

12,41

11,87

11,43

11,12

INPC

Índices

2.424,400

2.428,520

2.439,210

2.460,190

2.474,210

2.485,100

2.503,240

-

Var%mês

0,17

0,17

0,44

0,86

0,57

0,44

0,73

-

Var%a.a.

4,59

4,77

5,23

6,13

2,74

2,01

1,75

-

Var%12m

5,95

5,72

5,80

6,13

5,86

5,91

6,08

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Índices

Variação

Abr/05

Mai/05

Jun/05

Jul/05

Ago/05

Set/05

Out/05

Nov/05

Dez/05

INCC-DI

Índices

313,977

320,524

322,974

323,332

323,382

324,164

324,7820

325,7030

326,915

 

Var%mês

0,72

2,09

0,76

0,11

0,02

0,24

0,19

0,28

0,37

 

Var%ano

2,62

4,76

5,56

5,67

5,69

5,94

6,15

6,45

6,84

 

Var%12m

10,51

10,79

10,85

9,74

8,88

8,52

7,45

6,99

6,84

CUB/PA

Índices

652,79

645,46

649,03

655,15

660,08

678,40

683,84

684,14

684,50

-

Var%mês

0,49

-0,12

0,55

0,94

0,75

2,78

0,80

0,04

0,05

 

Var%ano

3,19

2,04

2,6

3,57

4,35

7,24

6,10

8,15

8,21

 

Var%12m

9,69

8,92

9,57

8,97

9,27

11,93

12,03

10,54

8,21

IPCA

Índices

2.463,11

2.475,18

2.474,68

2.480,87

2.485,09

2.493,79

2.512,49

2.526,31

2.535,40

 

Var%mês

0,87

0,49

-0,02

0,25

0,17

0,35

0,75

0,55

0,36

 

Var%a.a.

2,68

3,18

3,16

3,42

3,59

3,95

4,73

5,31

5,69

 

Var%12m

8,07

8,05

7,27

6,57

6,02

6,04

6,36

6,22

5,69

IGP-M

Índices

339,03

338,299

336,801

335,663

333,474

331,69

333,6940

335,0330

335,006

-

Var%mês

0,86

-0,22

-0,44

-0,34

-0,65

-0,18

0,60

0,40

-0,01

 

Var%a.a.

2,42

2,2

1,75

1,41

0,75

0,19

0,81

1,22

1,21

 

Var%12m

10,74

9,08

7,12

5,38

3,43

2,17

2,38

1,96

1,21

INPC

Índices

2.526,020

2.543,700

2.540,900

2.541,660

2.541,660

2.545,47

2.560,23

2.574,05

2.584,35

-

Var%mês

0,91

0,70

0,11

0,03

0,00

0,15

0,58

0,54

0,40

-

Var%a.a.

2,68

3,39

3,28

3,31

3,31

3,47

4,07

4,63

5,05

-

Var%12m

6,61

6,93

6,28

5,54

5,01

4,99

5,42

5,42

5,05

Fontes: FGV; IBGE e SINDUSCON-PA.
Elaboração: Assessoria Econômica e Técnica do SINDUSCON-PA.

CUB/M2

----------O Custo Unitário Básico da Construção de Belém (CUB/m2 - Projeto Padrão H8 – 2N) apresentou em dezembro/05 um aumento na sua variação de 0,05% em relação à variação de novembro/05 que foi de 0,04%. Verificando-se, portanto uma desaceleração da variação dos custos ocorrida desde o mês de outubro/05 (0,80%) ante setembro e de  2,78% de setembro em relação a agosto. Com este resultado o custo do m2 em Belém (Projeto/Padrão de oito pavimentos, dois quartos com padrão normal de acabamento) que em novembro/05 foi de R$684, 14 passou para R$684,50. No acumulado do ano (Janeiro a Dezembro/05) o CUB registrou uma variação de 8,21%. Em dezembro/05 o INCC-DI, teve uma variação de 0,37%, superior ao CUB 0,05%. O resultado acumulado do ano foi de 6,84%, portanto inferior à expansão do CUB/PA neste período de 8,21%.

Somente 2 materiais que fazem parte do CUB apresentaram altas elevadas nos preços em dezembro/05, frente a variação do INCC-DI de 0,37%.

Tabela II

Ranking

Produto

Var. no
 mês(%)

1

Areia lavada –m3-

26,20

2.

Fio Termoplástico área = 1,55 mm2  - m -

2,66

Fonte: SINDUSCON-PA

----------Alguns materiais também se destacaram pelo crescimento significativo em seus preços no acumulado do ano (Jan a Dezembro/05 ), frente ao INCC acumulado no ano de 6,84%

Tabela III

Ranking

Produto

Var. no
ano(%)

1

Aço C A 50 AD = 12,5    -Kg-

19,93

2

Tijolo 8 furos – un  -

28,63

3

Areia lavada – m3 -

26,20

4

Tinta PVA látex –L-

20,44

5

Placa de gesso – u -

39,22

6.

Emulssão Asfáltica Elastomero - Kg

34,58

Fonte: SINDUSCON-PA

 

Tabela IV
Evolução do CUB m2 em Belém – Projeto Padrão H8-2N

Mês/Ano

CUB R$

Variação
Mensal %

Variação em 2005 %

INCC – var
Mensal

INCC - var. em
2005 %

Janeiro/05

Fevereiro/05

Março/05

Abril/05

Maio/05

Junho/05

Julho/05

Agosto/05

Setembro/05

Outubro/05

Novembro/05

Dezembro/05

643,78

646,08

649,59

652,79

645,46

649,03

655,15

660,08

678,40

683,84

684,14

684,50

1,74

0,36

0,54

0,49

-0,12

0,55

0,94

0,75

2,78

0,80

0,04

0,05

1,74

2,13

2,69

3,19

2,04

2,60

3,57

4,35

7,24

6,10

8,15

8,21

0,75

0,44

0,67

0,72

2,09

0,76

0,11

0,02

0,24

0,19

0,28

0,37

0,75

1,20

1,88

2,62

4,76

5,56

5,67

5,69

5,94

6,15

6,45

6,84




 

 

 

 

 

 



 

 

 

 ,

 

 

 

 

 

Fonte: FGV e SINDUSCON-PA

 

 Nível de Atividades

Banco Central reduziu a previsão inicial de crescimento do PIB para 2005 de 3,5% para 2,5%. Construção com previsão de crescimento estimado em 1,0% frustra as expectativas do setor. De acordo com a mais recente sondagem conjuntural da Construção, espera-se que a desaceleração do PIB observado recentemente seja revertida e a economia retome sua trajetória de crescimento ao longo do ano de 2006. O ano de 2006 apresenta-se com perspectivas mais favoráveis posto que o governo parece disposto a manter a redução na taxa  de juros , embora em ritmo mais  lento que o esperado pelos setores produtivos, além de anunciar um programa de obras de infra-estrutura, acena com uma nova MP para  isentar de impostos materiais de construção.

A retração das atividades econômicas em 1,2% no terceiro trimestre, ensejou ao Banco Central reduzir a previsão do crescimento do PIB para 2,5% em 2005. A indústria deverá encerrar o ano com 3,0% de crescimento, após 6,2% em 2004. O setor serviços com 2,1%, ante 3,7% em 2004 e a agropecuária com 1,5%, ante 5,3% do ano de 2004. O crescimento da construção para 2005 está estimado em 1,0%, muito abaixo da taxa de 5,7% alcançada no ano de 2004.

Do total das dotações orçamentadas e autorizadas de investimentos de 4 importantes Ministérios,  só foram liberados 29,30 % (Tabela V), o que revela problemas de gestão a nível de Governo Federal, ainda com uma burocracia bastante enrijecida, comprometendo dessa forma  a capacidade do Governo Federal de responder as demandas da população.

Tabela V

Gastos do Governo Federal (Em R$ Milhões)

Ministérios

Orçamento

Autorizado

Pago

Pago/Orçamento

Minas e Energia

4.307

4.460

577

13,04

Transportes

DNIT

9.499

6.844

9.749

6.920

4.077

2.042

49,9

29,7

Comunicações

3.624

3.661

861

23,8

Cidades

4.057

4.420

1.002

27,7

Total

28.331

29.210

8.559

29,30

Fontes: SENADO e CNI

 

 

Outros fatores importantes também explicam o baixo desempenho da atividade econômica Construção. O custo do capital tem se constituído em forte estrangulamento a que são submetidos às empresas brasileiras que tem de pagar elevadas taxas de juros, 13% em termos reais.

Não menos importante é a elevada carga tributária, aliada ao “efeito cascata” das contribuições compulsórias que oneram substancialmente os setores produtivos da economia brasileira. E finalmente a informalidade que representa um ônus duplo para as empresas estabelecidas formalmente: recolhem seus tributos e honram suas obrigações, mas sofrem a concorrência de produtos e serviços desonerados.

 

Tabela VI

Estado do Pará
Emprego Formal - Outubro/05

Setores

Saldo do Emprego (Admiss. – Deslig.) Nov/05

Saldo do Emprego (Admissão - Desligamento) no ano

Saldo do Emprego (Admissão - Desligamento) em 12 meses

 

 

2005

               %

 

2005

%

2004

2005

%

Total

 

1.666

0,38

 

22.229

5,54

 

18.620

4,4

Extrativa Mineral

 

25

0,46

 

 

13,40

 

568

12,87

Indústria de Transform

 

 

-0,35

 

502

0,58

 

-1.268

-1,42

Serv Industriais de Útil. Pública

 

-6

-0,10

 

-14

-0,23

 

-25

-0,43

Construção Civil

 

536

1,72

 

4.226

17,28

 

3.057

9,38

Comércio

 

1.270

1,10

 

7.542

 

 

8.358

7,84

Serviços

 

1.038

0,69

 

8.103

5,70

 

7.465

5,13

Administração Pública

 

1

0,01

 

67

0,82

 

66

0,98

Agricultura, Silvicultura

 

-885

-2,90

 

1.227

5,27

 

398

1,41

Fonte: M T E Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

3.2 - Emprego Formal: Dados estatísticos do  Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Estado do Pará, evidenciaram que o mercado de trabalho formal apresentou um desempenho positivo até o mês de novembro/05 com uma taxa de crescimento de 5,54% até o mês de novembro/05 nos saldos do Emprego Formal  ( Admissão-Desligamento ), ritmo inferior ao verificado até o mês de novembro/04 11,26%.

---------- A análise setorial no ano de 2005 até  novembro.  revela que o maior dinamismo ocorreu  na construção civil com um forte incremento nos saldos de emprego formal ( Admissão-Desligamentos), apresentando  uma  taxa de  17,28% quando comparado ao mesmo período de 2004, 15,09%, seguida  pelo comercio com 7,04% comparado com  5,86% em 2004. Serviços com 5,70% ante  4,97% em 2004. Agricultura com 5,27% ante 9,07% em 2004. A industria de transformação revela  uma forte desaceleração na formação dos saldos dos  empregos formais, com uma  contração de -0,35%, quando comparado com  -0,95 em 2004. Uma forte contração nos saldos dos empregos formais no setor madeireiro contribuiu para os baixos níveis dos saldos de emprego formal  da industria de transformação paraense.

 

Retrospectiva e Perspectivas

Visando a melhoria da infra-estrutura o Governo Federal lançou um pacote de obras que inclui além da operação tapa-buracos nas rodovias federais, investimentos em duas ferrovias (Norte-Sul e Transnordestina) e em seis usinas hidrelétricas: No Rio Madeira (Rondônia), Mauá (Paraná), Dardanelos (Mato Grosso), Barra do Pomba e Cambuci (Rio de Janeiro). Não foram mencionadas obras importantes no Estado do Pará, como é caso das Eclusas de Tucuruí.

No dia 29.12, o Ministério dos Transportes l anunciou uma liberação de R$440 milhões para tapar buracos  da precária rede rodoviária federal, sendo que para o Estado do Pará serão liberados R$6,6 milhões. Até o mês de março de 2006 deverão ser liberados R$6 bilhões para as estradas federais, consoante entrevista do Presidente da República em 29.12.005.

No Estado do Pará, a Superintendência da CEF em entrevista para o Jornal “O Liberal” no dia 28.12 do corrente mencionou que a CEF investiu em 2005 R$60 milhões dos R$80milhões revistos em julho do corrente exercício. A demora na disponibilização dos recursos pela Diretoria da CEF deve ter influenciado o hiato entre o previsto e o realizado.  Esclareceu a Superintendente Noêmia Jacob que a classe média recebeu no exercício R$15 milhões em financiamentos, tendo sido também o Estado contemplado com as seguintes ações:

A) Entrega de 450 unidades residenciais do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), para pessoas com renda entre um e seis salários mínimos. A maior parte dos imóveis foi entregues em Santarém e Castanhal.

B) Entrega de 360 unidades residenciais do Plano de Subsídio Habitacional (PSH), estando os imóveis localizados em Paragominas e na Região Metropolitana de Belém.

C) Liberação de financiamento para materiais de construção, beneficiando 4,5 mil famílias.

D) Convênio com o Governo do Estado do Pará denominado “Minha Casa”, através do qual a Caixa libera R$10 mil para cada imóvel, com contrapartida de R$1,5 mil do Governo do Estado.

Mencionou ainda a Superintendente da Caixa as dificuldades de ampliar os financiamentos habitacionais por parte da CEF, dada a escassez de oferta de imóveis com valores situados entre R$60 mil a R$150 mil.

Avaliamos como tímidas as ações da CEF relatadas, dada a existência de um déficit habitacional estimado em 230.000 unidades habitacionais para os municípios de  Belém e Ananindeua.

Para enfrentar o desafio do déficit mencionado, o município de Belém deverá contar a partir de janeiro com o Conselho Municipal de Habitação de Interesse Social (CMHIS) e um Fundo Municipal de Habitação, aprovados pela Câmara Municipal de Belém em 28.12.2005. O Conselho terá a seguinte composição: Representantes do Executivo Municipal, Estadual, da Gerência Regional do Patrimônio da União, da CEF, do sindicato patronal, da UFPA, do CREA e de diversos segmentos de movimentos sociais. O Presidente será o Secretário de Habitação.

O CMHIS terá as seguintes atribuições:

- Atuar em todos os programas habitacionais e implementar políticas e programas de investimentos e subsídios para a população de baixa renda.

- Acompanhar a execução dos projetos habitacionais, cabendo-lhe inclusive suspender o desembolso dos recursos caso sejam constadas irregularidades na sua aplicação.

Nas emendas ao projeto aprovado pela Câmara estão previstos a instalação de centros comunitários e áreas de lazer em todo o conjunto habitacional que vier a ser construído em Belém.

      

  

4 - Comportamento de alguns indicadores da economia Brasileira de acordo com o Relatório da pesquisa de Mercado realizada pelo Banco Central

 

Tabela VII

Comportamento de alguns indicadores da economia brasileira no ano de 2005

Em 30.12.2005

Indicadores Econômicos

 

Fundos DI - %

19,03

Fundos de Renda Fixa  - %

18,67

Taxa de câmbio –   R$/US$ - valorização em %

12,40

Taxa Selic -  % -

18,00

Saldo da Balança Comercial - Em U$ bilhões

42,00

Investimentos Diretos do Exterior no Brasil – Em U$bilhões

15,00

Ibovespa ( principal índice da Bolsa )%

27,71

Caderneta de Poupança - %

9,18

Certificados de Depósitos Bancários - %

19,21

Risco-país ( em pontos )

306

Fontes: Banco Central, CEF, Febraban e Bolsa de Valores de São Paulo.

A rentabilidade das aplicações na Bolsa 27,71% superior aos demais rendimentos das aplicações no mercado financeiro, deve-se ao expressivo lançamento de novas ações, bem como o significativo ingresso de capital estrangeiro na Bolsa durante o ano de 2005.

 

 

 

 

 

Tabela VIII

Taxa de Cambio R$/US$

Período: Janeiro a Dezembro/005

Mês

R$/U$

Janeiro/05

2,62

Fevereiro/05

2,59

Março/05

2,66

Abril/05

2,53

Maio/05

2,37

Junho/05

2,35

Julho/05

2,39

Agosto/05

2,38

Setembro/05

2,22

Outubro/05

2,25

Novembro/05

2,16

Dezembro/05

2,32

 

Fonte: Banco Central

 

A desvalorização do Dólar frente ao Real  em 2005 foi de 12,93%, reduzindo-se portanto a desvalorização Dólar frente ao Real até o mês de novembro/05, cuja explicação reside nas sucessivas intervenções de compra do  Dólar em  dezembro de 2005, realizadas pelo Banco Central.